sexta-feira, abril 30, 2010

INTERNET - A Rede Idiota?!?!?

Muito interessante este texto escrito por ZECA BALEIRO, para Revista Isto É, edição 2079, 16 de Setembro de  2009. Já foi utilizado em alguns concursos públicos e até no vestibular de uma Universidade Estadual, vale a pena ler.

PS: infelizmente (ou felizmente, sei lá) também sou um dependente deste "vício"...

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Segundo leio no Google, num site aberto ao acaso, a internet surgiu com objetivos militares, ainda em plena Guerra Fria, como uma forma de as Forças Armadas americanas manterem o controle, caso ataques russos destruíssem seus meios de comunicação ou se infiltrassem nestes e trouxessem a público informações sigilosas. Outro site diz: "Eram apenas quatro computadores ligados em dezembro de 1969, quando a internet começou a existir, ainda com o nome de Arpanet e com o objetivo de garantir que a troca de informações prosseguisse, mesmo que um dos pontos da rede fosse atingido por um bombardeio inimigo."
Entre as décadas de 70 e 80, estudantes e professores universitários já trocavam informações e descobertas por meio da rede. Mas foi a partir de 1990 que a internet passou a servir aos simples mortais. Hoje há um bilhão de usuários no mundo todo, afirma outro site. Outro informa que o Brasil é o quinto no ranking dos países com mais usuários na internet, tem hoje cerca de 50 milhões de internautas ativos, atrás apenas de Índia, Japão, Estados Unidos e China, estes últimos com 234 e 285 milhões de usuários, respectivamente, informa ainda outro site.
Ilustro com essas informações (suspeitas, como todas que vagam no espaço virtual) a abrangência que tem hoje a internet em todo o mundo, em especial no Brasil. Quase nada acontece hoje sem que passe pela grande rede. Coisas importantes e coisas nem tão importantes assim, como este texto, que não chegaria tão ágil à redação da IstoÉ se não fosse enviado de um computador a outro num piscar de olhos.
Não pretendo demonizar a internet, até porque sou bastante dependente dela. De todo modo, é histórico o mau uso que os humanos fazem de meios fantásticos de comunicação, e o rádio e a tevê estão aí e não me deixam mentir. De todas as ilusões que a internet alimenta, a que julgo mais grave é a terrível onipotência que seu uso desperta. Todos se acham capazes de tudo, com direito a tudo, opinar, julgar, sugerir, depreciar, mas sempre à sombra da marquise, no confortável "anonimato público" que o mundo paralelo da rede propicia. Consultam o Google como se consulta um oráculo, como se lá repousasse toda a sabedoria do mundo. Pra que livros, enciclopédias, se há o Google? - perguntam-se.
No livro "A Marca Humana", de Philip Roth, um personagem fala: "As pessoas estão cada vez mais idiotas, mas cheias de opinião." Não sei o que vem por aí, é cedo para vaticínios sombrios, mas posso antever um mundo povoado por covardes anônimos e cheios de opiniões. O sujeito se sente participando da "vida coletiva", integrado ao mundo, quando dá sua opinião sobre o que quer que seja: a cantora que errou o "Hino Nacional", o discurso do presidente, a contratação milionária do clube, o novo disco do velho artista, etc. Julga-se um homem de atitude se protesta contra tudo e todos em posts no blog de economia e comentários abaixo do vídeo no YouTube. Faz tudo isso no escuro, protegido por um nickname, um endereço de e-mail, uma máscara. Raivosa, mas covarde.

P.S.: A propósito, comunico, a quem interessar possa, que não tenho Twitter. Não me sigam que não sou novela. (Zeca Baleiro)

quinta-feira, abril 22, 2010

Crença e Ciência

Sou fã de Marcelo Gleiser a muito tempo, e quando li este texto vi uma ótima maneira de explicar minhas próprias "crenças", por isso resolvi dividi-lo com vocês. Espero que gostem, ou ao menos "compreendam".

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A pergunta que mais me fazem quando dou palestras, ou mesmo quando me mandam e-mails, é se acredito em Deus. Quando respondo que não acredito, vejo um ar de confusão, às vezes até de medo, no rosto da pessoa: “Mas como o senhor consegue dormir à noite?”.Não há nada de estranho em perguntar a um cientista sobre suas crenças. Afinal, ao seguirmos a velha rixa entre a ciência e a religião, vemos que, à medida em que a ciência foi progredindo, foi também ameaçando a presença de Deus no mundo. Mesmo o grande Newton via um papel essencial para Deus na natureza: Ele interferia para manter o cosmo em xeque, de modo que os planetas não desenvolvessem instabilidades e acabassem todos amontoados no centro, junto ao Sol. Porém, logo ficou claro que esse Deus era desnecessário, que a natureza podia cuidar de si mesma. O Deus que interferia no mundo transformou-se no Deus criador: após criar o mundo, deixou-o à mercê de suas leis.
Mas, nesse caso, o que seria de Deus? Se essa tendência continuasse, a ciência tornaria Deus desnecessário?
Foi dessa tensão que surgiu a crença de que a agenda da ciência é roubar Deus das pessoas. Um número espantoso de pessoas acha mesmo que esse é o objetivo dos cientistas, acabar com a crença de todo mundo. Os livros de Richard Dawkins e outros cientistas ateus militantes, que acusam os que creem de viverem num estado de delírio permanente, não ajudam em nada a situação. Mas será isso mesmo o que a ciência pretende? Será que esses fundamentalistas ateus falam por todos os cientistas?
De modo algum. Eu conheço muitos cientistas religiosos, que não veem qualquer conflito entre a sua ciência e a sua crença. Para eles, quanto mais entendem o Universo, mais admiram a obra do seu Deus. (São vários.) Mesmo que essa não seja a minha posição, respeito os que creem. A ciência não tem uma agenda contra a religião. Ela se propõe simplesmente a interpretar a natureza, expandindo nosso conhecimento do mundo natural. Sua missão é aliviar o sofrimento humano, aumentando o conforto das pessoas, desenvolvendo técnicas de produção avançadas, ajudando no combate às doenças. O “resto”, a bagagem humana que acompanha e inspira o conhecimento (e que às vezes o atravanca), não vem da ciência como corpo de saber, mas dos homens e das mulheres que se dedicam ao seu estudo.
É óbvio que, como já afirmava Einstein, crer num Deus que interfere nos afazeres humanos é incompatível com a visão da ciência de que a natureza procede de acordo com leis que, bem ou mal, podemos compreender. O problema se torna sério quando a religião se propõe a explicar fenômenos naturais; dizer que o mundo tem menos de 7.000 anos ou que somos descendentes diretos de Adão e Eva, que, por sua vez, foram criados por Deus, é equivalente a viver no século 16 ou antes disso. A insistência em negar os avanços e as descobertas da ciência é, francamente, inaceitável. Por exemplo, um número enorme de pessoas se recusa a aceitar que o homem pousou na Lua. Quando ouço isso, fico horrorizado. Esse feito, como tantos outros, deveria ser celebrado como um dos marcos da civilização, motivo de orgulho para todos nós.
Podemos dizer que existem dois tipos de pessoa: os naturalistas e os sobrenaturalistas. Os sobrenaturalistas veem forças ocultas por trás dos afazeres dos homens, vivendo escravizados por medos apocalípticos e crenças inexplicáveis. Os naturalistas aceitam que nunca teremos todas as respostas.
Mas, em vez de temer o desconhecido, abraçam essa ignorância como um desafio e não uma prisão. É por isso que eu durmo bem à noite.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA) e autor do livro “Criação Imperfeita”.

segunda-feira, abril 19, 2010

JORNAL DA EMES

Desde 2008 publicamos aqui na Escola um Jornalzinho Informativo, que é distribuido para alunos, professores, servidores da SME, escolas da rede Municipal e Estadual, além de alguns pontos externos... como sou um dos idealizadores da idéia, e participo ativamente na produção, passarei a compartilhar o conteúdo do "Informativo da EMES" com vocês...

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ANO 3                                                      EDIÇÃO 014                                                        2010
Material de Caráter Educativo                     Tiragem: 1000                    Distribuição Gratuita

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nesta data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago. Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket. 
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

PROFESSORES ANIVERSARIANTES
12/03
Débora de Fátima Aliberti
07/04
Zulia Vanin Rigon
04/04
Dalva Maria de Souza
23/04
Ana Lucia Ferreira Viana
04/04
Sandra Aparecida de Souza
23/04
Silvia Aurea de Paula Voigt
04/04
Raquel Benvenutto
30/04
Adriana de Cassia S. C. Peixoto
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Brasília 50 anos

Brasília  é a capital da República Federativa do Brasil e sua quarta maior cidade. Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek (foto abaixo) de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciários federais. O plano urbanístico da capital, conhecido como "Plano Piloto", foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, e muitas das construções da Capital Federal foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

História...
Em 1823, o inconfidente José Bonifácio apresentou um projeto que propunha a mudança da capital do país para uma região centralizada, sugerindo o nome de Brasília para esta cidade. Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco um santo italiano, sonhou com uma depressão larga e comprida entre os paralelos 15º e 20º partindo das margens de um lago.
Após várias opiniões divididas a cerca da construção da nova capital, em 15 de março de 1956, o presidente Juscelino Kubitschek iniciou o cumprimento da constituição.
Para fazer a transferência simbólica da capital do Rio para Brasília, Juscelino fechou solenemente os portões do Palácio do Catete, então transformado em Museu da República, às 9 da manhã do dia 21 de abril de 1960, ao que a multidão reagiu com aplausos. A cidade de Brasília foi fundada no mesmo dia e mês em que se lembra a execução de Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira, e a fundação de Roma. Hélio Prates foi nomeado o primeiro governador de Brasília. Em 1987, Brasília conquistou sua autonomia política e ainda foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO.

ANEXO
Ayrton Senna da Silva

Nascido no dia 21 de março de 1960, faleceu tragicamente no dia 1º de maio de 1994, durante o GP de San Marino, em Ímola. Ayrton Senna da Silva começou a correr ainda em sua infância. Mesmo enfrentando um diagnóstico médico que acusava problemas de coordenação motora, seu pai comprou um kart e incentivou o filho a praticar nos finais de semana. O primeiro kart de competição, com motor de 100cc, ganhou aos dez anos. Porém, precisou esperar até os 13 para poder competir regularmente, ganhando o campeonato sul-americano em 1977. Depois de repetir o título no ano seguinte, seguiu o caminho lógico de todo piloto talentoso, continuando a carreira na Europa. Em 1981 foi para Inglaterra onde correu na Fórmula Ford, com um Van Diemen. Competia em duas categorias ao mesmo tempo, acabou vencendo a ambas. Em 1983 foi disputar corridas na Fórmula 3 britânica, uma categoria que na época era considerada um teste perfeito para provar a capacidade de qualquer piloto. Dois pilotos eram os favoritos da temporada: Ayrton Senna e o inglês Martin Brundle. Senna acabou ganhando as primeiras nove corridas do ano, mostrando a determinação e a sede de vitórias que seriam a marca registrada da sua futura carreira na F1. No final do ano, a vitória na corrida internacional de Macau, na China, o colocou na mira dos donos das equipes de Fórmula 1.
A estréia foi em 1984, no GP do Brasil, mas foi na corrida das ruas de Mônaco, sob a chuva, que a lenda de Ayrton nasceu. Como a chuva sempre foi uma grande niveladora dos carros de corrida, o brasileiro foi levando sua Toleman cada vez mais perto do primeiro pelotão e, já na sétima volta, estava na sexta posição. Perto do terço final da prova Prost estava em 1º com Senna em 2º, mas com 33.8 segundos desvantagem. Na volta 31, com a chuva caindo muito forte, a diferencia já havia caído para 7.4 segundos quando os comissários determinaram o final da corrida. A vitória lhe foi negada, porém Senna saiu de Mônaco como piloto-revelação, iniciando em seguida conversações secretas com a Lotus para a temporada de 1985.
Apesar das vitórias de Estoril e Bélgica, Senna percebeu que a Lotus já não era a mesma dos tempos de Clark e Emerson e mudou-se para a McLaren na temporada de 1988, onde conquistou seu primeiro título mundial vencendo oito corridas na temporada. Foi uma fase de extrema prodigialidade de Senna, que fazia quase todas as poles possíveis, e vencia mais corridas que seu principal adversário, o francês Alain Prost. Disputando na mesma equipe, os dois começaram a se tornar rivais até fora da pista. Senna ganhou novamente o título mundial no ano de 1990, feito que repetiu mais uma vez no ano seguinte. Em 1994 saiu da vitoriosa McLaren e foi para a equipe de seus sonhos, a Williams. Sua adpatação ao novo carro, que vinha de uma boa fase, mas penou para engrenar as modificações feitas para essa temporada, se mostrou muito complicada.
O brilho de Senna permaneceu até a trágica corrida de Ímola. Um a um, os recordes foram caindo, tornando o brasileiro um dos maiores e mais carismáticos pilotos de todos os tempos. Até que chegou a corrida de Ímola. A sombra negra da morte não parou de ficar o tempo todo no ar daquele fim de semana. Nos treinos de sexta-feira um grave acidente, com o também brasileiro Rubens Barrichello, assustou a muitos, e Rubinho não pôde nem disputar o restante dos treinos. No sábado, já nos treinos oficiais, uma fortíssima batida contra um dos muros da pista acabou ceifando a primeira vida: o Ratzemberg, jovem piloto, morreu dentro de seu carro destroçado. A cena foi muito forte, e o treino ficou suspenso por muito tempo, até que os pilotos forçaram o encerramento do treino.
No domingo, dia da fatídica corrida, algo sai errado na entrada da Tamburello. A barra de direção de sua Williams se parte (não há certeza se antes ou depois da batida). O carro de Senna dá uma pequena guinada para o lado da curva e acaba saindo reto. Como a velocidade dos carros naquela curva é muito alta, já que é quase uma reta em curva, o carro de Senna bateu num ângulo muito desfavorável, e a mais de 230 km/h. Uma parte da suspensão de seu carro entrou pelo seu capacete, e feriu o nosso Senna mortalmente.
Um gênio, mas passional e bastante reservado. Adorado pelos fãs das corridas de Fórmula 1, Ayrton Senna era também admirado por sua família. Sua dedicação nas pistas e algumas de suas histórias são relatadas por sua irmã, Viviane, e sua mãe, Neyde, como exemplos da importância que o piloto tinha para seus parentes. Era em Angra dos Reis que o piloto gastava as horas livres que tinha entre o fim de uma temporada e o começo da outra. Onde, segundo sua irmã, gostava de recarregar as baterias. Mas, quando estava em sua cidade natal, São Paulo, o tricampeão cuidava de seus negócios. O piloto zelava pela marca Senna, criada no começo dos anos 90.
Dentro do circo da F-1, o melhor amigo de Senna - e talvez o único amigo verdadeiro - talvez tenha sido o austríaco Gerhard Berger, a quem teve como companheiro de equipe na McLaren durante três temporadas, de 1990 à 1992. O automobilismo era uma profissão para Senna, mas outros esportes estavam entre seus prediletos. Natação, tênis e ciclismo eram alguns exemplos. O futebol, uma das maiores paixões dos brasileiros, no entanto, era impraticável, já que Senna era incapaz de manter a bola sob domínio dos pés.





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- ECONOMIZE ÁGUA. UMA TORNEIRA QUE DEIXA CAIR UMA GOTA POR SEGUNDO ACABA DESPERDIÇANDO 30 LITROS POR DIA.
-REDUZA O CONSUMO DESNECESSÁRIO DE QUALQUER PRODUTO E ECONOMIZE DINHEIRO. LEMBRE-SE DE QUE TODOS OS RECURSOS NATURAIS USADOS COMO MATÉRIA-PRIMA SÃO PROVENIENTES DA MESMA “FÁBRICA”: A NATUREZA.
- PARA NOTICIAS GERAIS, INCENTIVE O USO DE UM PAINEL EM VEZ DE JORNAIS E MEMORANDOS. ISSO ECONOMIZA PAPEL.
- GERALMENTE USAMOS SÓ UM LADO DO PAPEL. APROVEITE O OUTRO LADO PARA TOMAR NOTAS, FAZER RASCUNHO OU TESTES DE IMPRESSÃO. IMPRIMA E TIRA CÓPIAS SÓ QUANDO FOR NECESSÁRIO, E SE POSSÍVEL, UTILIZANDO OS DOIS LADOS DA FOLHA.
- EM CAMPING, FECHE A TORNEIRA ENQUANTO ESCOVA OS DENTES. SE ABRI-LA APENAS PARA ENXAGUAR A BOCA, VOCÊ PODE ECONOMIZA ATÉ 20 LITROS DE ÁGUA POR VEZ.
- DEPOIS DE FAZER UMA FOGUEIRA, CERTIFIQUE-SE DE QUE ELA ESTÁ TOTALMENTE APAGADA. SÓ ASSIM VOCÊ PODERÁ PREVENIR INCÊNDIOS.


ELABORAÇÃO - Edição e Diagramação: Eduardo FMS
Colaboradores: Francisco Alves, Iria, Joseli, Patrícia, Rosana Scalet e Rosana Cristina.
CONTATO:
Tel.: 3495-1920  /  3453-4852

“A EMES está de portas abertas aos seus alunos.”