Li este texto hoje de manhã, no blog do fantástico Marcelo Gleiser. Resolvi dividi-lo com meus amigos.
É trágico que pessoas duvidem de feitos científicos, ao invés de celebrá-los. Seria melhor crer em Papai Noel
SE VOCÊ TIVER menos de oito anos, pare de ler. A vida seria muito sem graça se não pudéssemos acreditar no impossível por um tempo. Afinal, a força de um mito está na sua credibilidade e não na sua veracidade.
Papai Noel, São Nicolau, é inspirado num bispo que viveu no século 4, na cidade de Myra, hoje província de Anatólia, na Turquia. Dentre seus atos generosos, deu três dotes para meninas pobres para que não virassem prostitutas.
O mito evoluiu e hoje faz parte da cultura planetária. Mas chega uma hora em que a imagem do gordinho de barbas brancas e longas, que atravessa o mundo voando num trenó puxado por renas para dar presentes às crianças deixa de fazer sentido. Isso nos leva aos pousos lunares. Seriam são um mito também?
Na semana passada houve um eclipse lunar, o primeiro durante o solstício de verão desde 1638. A Lua ficou vermelha, uma visão que costumava assustar muita gente. Não é à toa que no Apocalipse de João a Lua aparece vermelha. Várias tabelas previam precisamente quando ele iria ocorrer. Espero que essa precisão da astronomia não tenha passado desapercebida. Sem ela, os pousos lunares não teriam ocorrido.
É grande o número de pessoas que duvidam que o homem tenha ido à Lua, achando que é tudo uma conspiração americana. "Desculpe filho, mas Papai Noel não existe. Aliás, astronautas também nunca foram à Lua..."
A maioria das teorias de conspiração se concentram no primeiro pouso lunar, da Apolo 11, em 20 de julho de 1969. "A Nasa [agência espacial americana] fabricou os vídeos no estúdio do Stanley Kubrick"". Foram seis pousos lunares, e 12 astronautas passearam por lá, em missões que duraram 41 meses, terminando com Gene Cernan e Jack Schmitt da Apolo 17e, em 1972.
Dezenas de milhares de técnicos e engenheiros trabalharam para isso. Eis alguns dos argumentos usados:
1.Como que a bandeira americana balançava se não há ar na Lua?
Os astronautas usaram uma haste horizontal para manter a bandeira aberta. No vácuo lunar, uma pequena oscilação dura muito tempo.
2.Como que sombras parecem projetadas em múltiplas direções quando existem apenas algumas fontes de luz?
Numa superfície curva, como a da Lua, a rede de sombras depende da topologia do solo e dos detalhes da iluminação, podendo criar essa variação complexa.
3.Como que a pegada do Neil Armstrong fica tão definida numa região sem qualquer umidade?
No vácuo lunar, a fina poeira que cobre a superfície pode facilmente criar as impressões de marcas de botas dos astronautas.
Denegrir esse feito é retornar a um obscurantismo medieval que, francamente, é ridículo hoje em dia. Talvez parte da culpa esteja na nossa pobre educação científica. Muitas pessoas acreditam que a Nasa fez isso para ganhar a Guerra Fria.
Os russos cairiam nessa? Acreditar que a coisa toda é uma invenção talvez crie um senso de proteção contra os avanços imprevisíveis da ciência.
É trágico que, em vez de celebrar os grandes feitos da ciência, tantas pessoas escolham fechar os olhos e crer numa mentira. Se é esse o caso, seria muito melhor, então, acreditar em Papai Noel.
Fonte: http://marcelogleiser.blogspot.com/2010/12/papai-noel-e-pousos-lunares.html
Maguerbes SA é uma "miscelânea": Esportes, História, Política, Meio Ambiente, Música, loucuras, insanidades e diversão ou, simplesmente, Informação. Enriquecedor para alguns, "cultura inútil" para outros. Pensamento valioso, de William Shakespeare: “Ame a todos. Confie em poucos. Não faça mal à ninguém.”
segunda-feira, dezembro 27, 2010
quarta-feira, dezembro 22, 2010
O esporte na vida das pessoas...
Ontem a noite fui assistir um jogo de basquete. O time de Limeira enfrentou a equipe de Araraquara nas semi-finais do campeonato Paulista, e com uma exibição de alta qualidade fechou a série, e enfrenta nas finais o time do Pinheiros (São Paulo). Escrevo para dizer que me surpreendi com algumas situações que presenciei, sendo que nenhuma envolve o jogo em si.
Em primeiro lugar, sou uma amante do esporte, dos mais variados, como futebol, surf, futebol americano, curling, atletismo, natação, tênis, basquete, trekking etc... mas de maneiras diferentes. Sou uma fanático por futebol, outros gosto de assistir, as vezes praticar e também te aqueles que acompanho por "consideração" a determinados esportistas ou pessoas ligadas a eles.
Fico impressionado como certas pessoas se julgam no direito de acompanhar um jogo e fazer tudo como bem entender, xingar, ofender, justificando muitas vezes que pagaram R$ 20,00 para estar ali. Pessoas assim deviam entender que, ofender seu time antes ou durante o jogo é estar "jogando contra", afinal muitos esportes são extremamente psicológicos, e necessitam da "confiança" daqueles que o praticam. Espero o jogo terminar, dai pode xingar a vontade, mas lebre-se que você esta ali porque quer.
Outro "equivoco" muito comum quando um jogador erra é ouvir que "até eu acertava essa". Sinceramente, tenho dó de pessoas que tem um pensamento deste, pois não devem ter a noção da diferença de praticar um esporte por hobby e competir em alto rendimento, profissionalmente.
É preciso saber que para aqueles que competem, que vivem do esporte, ele não é uma diversão e sim uma profissão. Como definição, esporte é
"Uma atividade física ou mental sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa a competição entre praticantes. Para ser esporte tem de haver envolvimento de habilidades e capacidades motoras, regras instituídas por uma confederação regente e competitividade entre opostos.Idealmente o esporte diverte e entretém, e constitui uma forma metódica e intensa de um jogo que tende à perfeição e à coordenação do esforço muscular tendo em vista uma melhora física e espiritual do ser humano. As modalidades esportivas podem ser coletivas, duplas ou individuais, com ou sem adversário."
Para determinadas pessoas o jogo de futebol não tem dois tempos de 45 minutos, como os de basquete não tem 4 períodos de 10 minutos, e nem os de volei terminam com três set's. As vezes, para estas pessoas o jogo começa dia 01 de Janeiro e termina só em 31 de Dezembro, pois vivem disso, tentando fazer sempre seu melhor. A estas pessoas parabéns, por todo esforço e comprometimento. Admiro vocês.
segunda-feira, dezembro 20, 2010
18 de Dezembro de 2005 - Tri Mundial
Lembro deste dia perfeitamente, churrasco, festa de formatura, as pessoas que lá estavam... esta entre os melhores dias de minha vida. Abaixo a Carta de Diego Lugano, meu ídolo... faço as palavras dele minhas palavras:
"O dia 18 de dezembro de 2005 com certeza ficará guardado pra sempre na minha memória. Lembro de tudo como se fosse hoje. Aquele jogo não sai da cabeça um minuto sequer. Posso dizer que a alegria que senti naquele dia é comparável a do nascimento dos meus três filhos: Nicolás, Thiago e Bianca.
Lembro perfeitamente de cada detalhe daquele dia. Lembro de como acordei, das sensações que senti, do que passou pela minha cabeça, da saída do hotel para o estádio, da chegada e do desembarque da equipe, do clima no vestiário, de tudo.
Numa partida como essa a concentração é ainda mais importante e eu estava muito focado. Pensava na minha família, nos meus amigos, no meu país, na minha cidade e é claro nos milhões de são-paulinos que estavam no Brasil torcendo por nós.
Tudo passa pela cabeça num momento decisivo. Todas as dificuldades que você superou para alcançar seus objetivos vêm na mente numa hora dessas. É o que te motiva a ir além, a brigar, a lutar, a seguir em busca do que você deseja.
Por isso o foco em ser campeão era maior do que tudo. Aquele time era assim. Nosso grupo era unido, era guerreiro, era lutador. Você olhava pra cada um dos jogadores e sabia que todos ali dariam a vida por você. Isso faz um time ser campeão. Esse era o diferencial da nossa equipe.
Lembro que fomos assistir o primeiro jogo do Liverpool no Mundial de Clubes e saímos impressionados. O time deles era muito bom. Técnica e taticamente eles vinham muito bem na competição. A vitória por 3 a 0 sobre o Saprissa demonstrou as dificuldades que teríamos na final.
Mas nem isso foi capaz de deter nosso time. Nós sabíamos também da nossa força. Sabíamos que aquele título poderia e tinha que ser nosso.
Quando começou o jogo e o time reagiu bem a toda pressão sofrida tive ainda mais certeza de que seríamos campeões. A vibração de todos em campo, a entrega, a luta. Não tinha como voltar pro Brasil sem aquele troféu.
No gol do Mineirinho foi uma festa só. Fiz questão de atravessar todo o campo para dar um abraço nele. Ele é um cara fantástico, merecia esse premio. Uma sensação ótima tomou conta do time, mas sabíamos que não estava nada ganho e por isso seguimos firmes, fortes na defesa, com muita marcação de todo mundo que estava em campo.
As defesas do Rogério são inesquecíveis também. Acho que poderíamos jogar por muito mais tempo que o título seria nosso. A gente não tomaria gol de jeito nenhum. Não tinha como não ser tricampeão naquele jogo.
No último lance do jogo lembro que disputei no alto com o Crouch, ela passou e o outro jogador chutou pra fora. Ali veio finalmente a sensação do título. Quando o juiz apitou corri com o Fabão pra abraçar o Rogério e todos os jogadores vieram na sequência. É o melhor sentimento mundo.
O longo tempo de trabalho, tudo que planejamos e organizamos durante o ano de 2005 foi recompensado. Não poderia deixar de lembrar todos que ajudaram durante todo o caminho e em especial ao presidente Marcelo Portugal Gouvêa, a quem serei grato pra sempre.
Hoje com certeza terá comemoração aqui na Turquia."
sexta-feira, dezembro 17, 2010
A Monarquia do Futuro
Estou lendo um livro muito interessante, de Laurentino Gomes, intitulado 1808. Ele narra a "fuga" da familia Real Portuguesa para a colônia (Brasil) devido a invasão das tropas napoleônicas. O mais gozado de tudo é que, a história toda se passou a mais de 200 anos, e de lá para cá muita coisa mudou nos dois países, a humanidade evoluiu de maneira inimaginável, com invenções que naquela época seriam consideradas demoníacas ou de outro mundo, porém existem situações que são exatamente iguais, apenas com nomenclaturas diferentes. Na sociedade moderna continuamos com nossas realezas, aqueles que ocupam o mais alto cargo do "governo", tem a imagem de total liderança, e participam sempre que possível do ritual que no passado ficou conhecido como "beija-mão". Temos os monarcas mais baixos, como os príncipes e princesas da época, que adoram dominar as situações, realizam muitas trabalhos, aparecem muito mais até do que a própria realeza, e ainda tem a "sorte" de, não sendo o próprio rei, nunca terem sua imagem arranhada e nunca levando a culpa pelos erros e ossos do ofício real. Um pouco mais abaixo, condes e viscondes, além das damas, que possuem posto exclusivamente figurativo, afinal pouco fazem, e adoram aparecer nas cenas mas deixar todo trabalho árduo para outros. Por fim, como não poderia faltar, temos a plebe, o povo, aqueles formados por promíscuas (nossa como são tantas), pessoas que adorariam fazer parte da corte real, na sua maioria com sorrisos nos lábios, mas somente para a família real. Claro que, não menos importante para todo engrenagem, temos os escravos, que fazem todo trabalho braçal, são vendidos de acordo com sua idade e qualidade de seus dentes, tratados muito bem por muitas e muito mal por outros, e muitas vezes ocupam também o papel de "bobos da corte", afinal todos precisamos de um pouco de diversão.
Um dia você apreende
Estava a procura de uma mensagem para a corporação, e em meio a buscas me foi enviada esta. Lucia, muito obrigado!
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Legislação
Como uma amiga muito querida esta cheia de dúvidas e pediu minha ajuda, estou tentando "esclarecer" seus questionamentos. Espero que sirva para outras pessoas que estejam em "dúvida"...
SEÇÃO I
DAS PROIBIÇÕES
Art. 140 – Ao funcionário é proibido:
I – ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;
II – retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;
III – recusar fé a documentos públicos;
IV – opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;
V – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;
VI – referir-se de modo depreciativo ou desrespeitoso às autoridades públicas ou aos atos do Poder Público, mediante manifestação escrita ou oral, podendo, porém, criticar ato do Poder Público, do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço, em trabalho assinado;
VII – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;
VIII – compelir ou aliciar outro funcionário no sentido de filiação a associação profissional, sindical ou partido político;
IX – manter sob sua chefia imediata cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil, observando o disposto no artigo 141;
X – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem em detrimento da dignidade da função pública;
XI – participar de gerencia ou de administração de empresa privada, de sociedade civil, ou exercer comércio e, nessa qualidade, contratar com o Município, exceto se o contrato for precedido de licitação;
XII – atuar como procurador ou intermediário junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistências de parentes até segundo grau e de cônjuge ou companheiro;
XIII – receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
XIV – praticar usura sob qualquer de suas formas;
XV – proceder de forma desidiosa;
XVI – utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares;
XVII – cometer a outro funcionário atribuições estranhas às do cargo que ocupa, exceto em situações transitórias de emergência;
XVIII – exercer quaisquer atividade que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Individualista, ser ou não ser, eis a questão...
Atualmente, vivemos a cultura do individualismo, e como os fatos sociais e culturais sempre são assimilados pelas massas, a sociedade tem estereotipado o individualismo. Por exemplo, escovar os dentes e comer com talheres, além de serem hábitos higiênicos, foram assimilados por nós porque é algo que acontece na nossa cultura. Não pensamos para escovar os dentes ou utilizar os talheres, apenas escovamos/ comemos. Isso ocorre com dezenas de outros hábitos. Como vivemos numa cultura que nos ensina valores individualistas, nos tornamos, sem perceber, pessoas individualistas. E isso não é tão difícil de acontecer. Somos egocêntricos por natureza, e o sistema descobriu que supervalorizando o indivíduo, consegue levá-lo a entender que pode viver só. Só que isso é uma grande mentira ensinada pelo sistema.
A própria ciência mostra que é impossível ao ser humano viver isolado de outro ser humano. Somos humanos porque aprendemos, na convivência com outro humano, a ser humanos. Precisamos uns dos outros para sobreviver e para fazer a manutenção da espécie humana. Isso não é maravilhoso? E ainda podemos ir além. Precisamos dos animais, dos seres vivos microscópicos até aos maiores existentes. Precisamos das árvores, da água, da terra, do ar. Precisamos da natureza toda, como a natureza toda precisa de nós. Somos um todo complexo, uno, indivisível.
Para uma questão de conceitos, individualismo é “um termo político, moral e social que exprime a afirmação e a liberdade do indivíduo frente a um grupo, à sociedade e ao Estado.”
Outro conceito é "o Homem do renascimento passou a apoiar a competição e a denselvolver uma crença baseada em que o homem tudo poderia,desde que tivesse vontade,talento e capacidade de ação individual."
Segundo Jean Paul Sartre, mesmo dentro do maior constrangimento - político, econômico, educacional ou outro -, existe um espaço, maior ou menor, para o exercício da liberdade individual, o que faz com que as pessoas possam se distinguir uma das outras, através das suas escolhas.
Então posso afirmar que, temos dois lados do individualismo. Um lado que pode ser positivo, e um outro negativo. Eu sou individualista. Penso muito nas pessoas, mas faço aquilo que me agrada. Prefiro fazer muitos trabalhos “individualmente” do que trabalhar em grupo e ter retrabalho (Lúcia, não sabemos lidar com aqueles menos competentes). Mas, para determinadas atividades, não podemos ser assim. É preciso medir, saber quando ser individualista e quando não ser, saber quando estamos afetando outras pessoas, quando nossos atrasos prejudicam alguém, saber cumprir nossas funções de trabalho, sem sobrecarregar os demais, saber que todos temos direitos e deveres, que podemos cuidar de nossa vida particular, mas desde que, cumpramos nossas obrigações profissionais.
Um dia ainda escrevo sobre a tal SINERGIA...
PS: não gosto de Coca-Cola, mas se você quiser é preciso pedir.
terça-feira, dezembro 07, 2010
Paul McCartney, uma sensação inesquecível
Na segunda-feira, dia 22/11/2010 estive no Estádio do Morumbi para assistir ao show de Paul McCartney. Me surpreendi com a organização. Já estive no estádio quase uma centena de vezes, e posso dizer que lá me sinto em casa, porém depois de alguns "incidentes" do passado, tenho algum receio no meio destas grandes multidões. Mas voltando a organização, as ruas controlados pelos CET's, entrada sem tumulto algum, muitas familias, civilidade total. Depois disso, outra coisa que é de admirar é há questão de horário, afinal quem paga deve ser respeitado, e mais uma vez assim foi. Com apenas quinze minutos de atraso, Sir Paul McCartney entrou no palco, levando 64 mil pessoas ao delirio com "Magic Mistery Tour". Após isso uma enxurrada de músicas novas e antigas, que não ficarei descrevendo aqui, pois todo o show pode ser facilmente encontrado no youtube e outras páginas da internet. A questão é a grandiosidade do evento, e os mais diferentes sentimentos que isso nos proporciona. Paul é uma pessoa muitíssimo carismática, e como fiquei sabendo depois, foi eleito o artista vivo (não músico, ARTISTA) mais importante da história, além de ser um tenor, e um compositor e arranjador de primeira linha. Vale lembrar também que, sua banda lhe dá total respaldo, pois são músicos escolhidos a dedo, que sempre dão seu melhor, e precisam a cada show provar o porque de estarem tendo a honra de acompanhar McCartney.
Mas, voltemos aos sentimentos. Vi alguns shows muito bons em minha vida, e espero ver muitos outros. AC/DC, Rolling Stones, Iron Maiden, Kiss, Deep Purple... e acredito que todos deveriam, nem que uma vez na vida, participar de um espetáculo de grande porte, pois toda aglomeração de massas, seja em um show, um jogo ou qualquer outro evento faz com que milhares de pessoas estejam diretamente conectados por um único ideal. Aqueles que nunca tiveram a oportunidade, espero que um dia à tenham, e as que já à tiveram, tenham outras.
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