Maguerbes SA é uma "miscelânea": Esportes, História, Política, Meio Ambiente, Música, loucuras, insanidades e diversão ou, simplesmente, Informação. Enriquecedor para alguns, "cultura inútil" para outros. Pensamento valioso, de William Shakespeare: “Ame a todos. Confie em poucos. Não faça mal à ninguém.”
quinta-feira, novembro 10, 2011
sexta-feira, outubro 07, 2011
Caught Up In You
Um clipe muito antigo... vi pela primeira vez na MTV, mas a música é muito boa, tocou hoje na Kiss FM.
Caught Up In You (Grupo 38 Special)
Caught Up In You (Grupo 38 Special)
I never knew there'd come a day
When I'd be sayin' to you
"Don't let this good love slip away
Now that we know that it's true."
Don't, don't you know the kind of man I am
No, said I'd never fall in love again
But it's real and the feeling comes shining through.
So caught up in you, little girl
And I never did suspect a thing
So caught up in you, little girl
That I never want to get myself free
And baby it's true
You're the one
Who caught me baby you taught me
How good it could be
It took so long to change my mind
I thought that love was a game
I played around enough to find
No two are ever the same
You made me realized the love I missed
So hot! Love I couldn't quite resist
When it's right the light just comes shining through.
So caught up in you, little girl
You're the one that's got me down on my knees
So caught up in you, little girl
That I never want to get myself free
And baby it's true
You're the one
Who caught me, baby you taught me
How good it could be
Fill your days and your nights
No need to ever ask me twice oh no
Whenever you want me
And if ever comes a day
When you should turn and walk away oh no
I can't live without you
So caught up in you
Yeah, Yeah, Yeah
And if ever comes a day
When you should turn and walk away oh no
I can't live without you
So caught up in you, little girl
You're the one that's got me down on my knees
So caught up in you , little girl
That I never want to get myself free
And baby it's true
You're the one
Who caught me baby you taught me
How good it could be, little girl
You're the one that's got me down on my knees
So caught up in you, little girl
That I never want to get myself free
And baby it's true
You're the one
Who caught me and taught me
You got me so caught up in you
sexta-feira, setembro 09, 2011
Pinturas em Caminhões
Abaixo estão 8 fotos de
caminhões europeus cujos reboques são decorados.
O primeiro é de uma garrafa
de cerveja e parece tão real, como ele está saindo do trailer!

O segundo é uma sacola de
lona.... muito bom....

A terceira é pepsi e todos empilhados no teto... o fundo está vazia!!!

A quarta é a de outro caminhão com a frente para o para-brisa traseiro.

O quinto um aquário com peixes nadando!

O sexto estante com livros!

O 7°, trailer com aparêcia de fogo!
Melhor trabalho de pintura de ônibus! nunca ví uma pintura de cobra tão real...
muito lindo e criativo.....
quinta-feira, agosto 25, 2011
Revolução era religião para Che
Leia a entrevista de John Lee Anderson. Ele nasceu nos Estados Unidos em 1957. Sua especialidade é o jornalismo de guerra, ou o jornalismo, simplesmente.
Mas vale afirmar que Anderson que não aprecia o rótulo de jornalista de guerra, porque não quer ser confundindo com as legiões de oportunistas que observam uma situação de passagem e correm a se proteger por trás de seus laptops.
![]() |
| "Che tinha muito de aventureiro, mas era um homem calculista e rigoroso" |
Filho de diplomatas, ele passou parte da infância na Espanha e usa o castelhano com alguma dificuldade, apesar de conhecer muito bem os problemas latino-americanos. Esteve na frente de batalha tanto no Afeganistão quanto no Iraque, como enviado especial da revista New Yorker, da qual é funcionário.
Entrevistou Gabriel García Márquez (de cujas mãos recebeu um prêmio da Fundación para un Nuevo Periodismo, criada pelos escritor), Fidel Castro, Charles Taylor (ex-ditador da Libéria), Augusto Pinochet, Saddam Hussein e Hugo Chávez. Escreve regularmente para a revista Letras Libres, do diário espanhol El País, para os jornais Guardian e Le Monde, e para as revistas Time e Harper's Bazaar.
É autor dos livros "Inside the Liga" (1986), "Zonas de Guerra: voces de los campos de matanza del mundo (1987), "Guerrillas" (1992), "Che Guevara: Uma Vida Revolucionária" (1997), "La Tumba del León: partes de guerra desde Afeganistán" (2002) e "La Caída de Bagdad" (2004). A seguir a conversação que manteve com Terra Magazine.
Que opinião merece a reunião entre Fidel Castro e o líder soviético Alexei Kosiguin, em maio de 1967, três meses antes do assassinato de Guevara? É possível pensar que Guevara tenha se convertido em incômodo para a estratégia soviética na América Latina e que Fidel mesmo tivesse decidido retirar seu apoio à aventura boliviana?
Jon Lee Anderson - Não tenho idéia sobre o que falaram e nem que importância essa conversa pode ter tido. Dizer alguma coisa seria especular, conjecturar. De qualquer forma, àquela altura havia muito pouco que Fidel pudesse fazer para salvar Che. A expedição dele já estava queimada.
Jon Lee Anderson - Não tenho idéia sobre o que falaram e nem que importância essa conversa pode ter tido. Dizer alguma coisa seria especular, conjecturar. De qualquer forma, àquela altura havia muito pouco que Fidel pudesse fazer para salvar Che. A expedição dele já estava queimada.
O pintor argentino Ciro Bustos acaba de publicar suas memórias. Ele é franco a ponto da brutalidade. Diz que nem ele nem Régis Debray foram torturados, e que nenhum dos dois denunciou pessoa alguma, já que os militares bolivianos e seus assessores da Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana sabiam perfeitamente do paradeiro de Guevara, e do tempo que precisariam para caçá-lo.
Bem, não existe motivo algum para não acreditar no que Bustos tem a dizer. E, se eles não foram torturados, o que seria novidade, é seguro que tenham passado as primeiras horas de detenção com medo de serem executados.
Bem, não existe motivo algum para não acreditar no que Bustos tem a dizer. E, se eles não foram torturados, o que seria novidade, é seguro que tenham passado as primeiras horas de detenção com medo de serem executados.
Bustos não negou ter feito desenhos dos guerrilheiros em seu acampamento, e isso pesa, porque pode ter ajudado os militares a identificar os guerrilheiros depois de capturados. No entanto, o que é absolutamente certo é que os militares bolivianos e seus assessores norte-americanos já haviam montado operações para localizar o grupo (como por fim conseguiram fazer), e dispunham de muitas informações fornecidas pelos camponeses que viviam perto do grupo de Guevara.
Os militares interrogavam os camponeses o tempo todo, e quase sempre faziam idéia mais ou menos precisa da área pela qual o grupo se deslocava; com isso, o cerco foi se apertando.
Houve uma reunião secreta -e mitológica- entre Fidel e Raúl Castro, de um lado, e Guevara, de outro, depois que este voltou da Argélia, onde fizera um discurso incendiário em Argel. Ninguém sabe ao certo o que foi conversado naquele dia. O senhor tem alguma hipótese a respeito?
Sim, mas apenas uma hipótese. Estou quase certo de que, em determinado momento, Castro conversou com Guevara e lhe disse algo como: "Bem, você conseguiu, os soviéticos estão furiosos. Estão me enchendo a paciência. O que devemos fazer, rapaz? Você estragou tudo. O que planeja?" E Guevara, compreendendo o que Fidel estava insinuando, pode ter respondido algo como: "Estou às suas ordens, Fidel. Onde a revolução precisar de mim". Foi aquele o momento, a rigor, em que eles começaram a planejar um foco insurgente no Congo.
Sim, mas apenas uma hipótese. Estou quase certo de que, em determinado momento, Castro conversou com Guevara e lhe disse algo como: "Bem, você conseguiu, os soviéticos estão furiosos. Estão me enchendo a paciência. O que devemos fazer, rapaz? Você estragou tudo. O que planeja?" E Guevara, compreendendo o que Fidel estava insinuando, pode ter respondido algo como: "Estou às suas ordens, Fidel. Onde a revolução precisar de mim". Foi aquele o momento, a rigor, em que eles começaram a planejar um foco insurgente no Congo.
O que o senhor pensa sobre a dicotomia entre estímulos morais e estímulos materiais que Guevara imprimiu como princípio de organização e de ação política quando comandou o Ministério da Indústria cubano, tendo em vista os resultados atingidos? Guevara era político, aventureiro ou uma mistura das duas coisas?
A idéia de estímulo moral que Che pregava nos anos 60 perdeu a batalha ideológica na luta pela condução econômica da ilha, encabeçada pelo velho comunista Carlos Rafael Rodríguez, férreo aliado de Raúl Castro. Quando Guevara deixou Cuba, ninguém mais falou muito do assunto - até o período especial dos anos 90, quando Castro retomou o tema - se bem que antes, e por muito tempo, a devoção à causa, o espírito de sacrifício etc. de Guevara tenham sido elogiados da boca para fora.
A idéia de estímulo moral que Che pregava nos anos 60 perdeu a batalha ideológica na luta pela condução econômica da ilha, encabeçada pelo velho comunista Carlos Rafael Rodríguez, férreo aliado de Raúl Castro. Quando Guevara deixou Cuba, ninguém mais falou muito do assunto - até o período especial dos anos 90, quando Castro retomou o tema - se bem que antes, e por muito tempo, a devoção à causa, o espírito de sacrifício etc. de Guevara tenham sido elogiados da boca para fora.
Mas Castro o fez, àquela altura, para restaurar o espírito socialista em uma população cansada, apática, esfomeada, e a mensagem se dirigia especialmente à juventude. Hoje em dia, existem prêmios concedidos pelo Partido Comunista Cubano, reconhecendo o trabalho adicional ou voluntário, mas a maioria dos cidadãos -e dos dirigentes- compreende que, para avançar sob o sistema atual, convém trabalhar mais.
A desculpa usa as idéias de Guevara, mas combina os estímulos morais e os materiais. Não sei até que ponto essa estratégia pode ser considerada inovadora. Ainda que me incline a pensar que as idéias de Guevara sejam sempre estimulantes como rótulo, a realidade é muito diferente.
Na Cuba contemporânea, muito pouca gente se mexe, a não ser por estímulos materiais. O legado de Che serve à revolução como uma espécie de estandarte, de ideal atingido, uma certa atração que pode ser associada ao socialismo em si. Eu diria que Guevara, evidentemente, tinha espírito aventureiro, o tinha desde moço e nunca o perdeu de todo.
Mas faço essa afirmação com cautela, para que ninguém pense que estou empregando a definição stalinista do termo "aventureiro", porque todas as revoluções são uma aventura incerta até que triunfem, não? Assim, a meu modo de ver, Che tinha muito de aventureiro, mas era um homem calculista e rigoroso.
Quanto à sua capacidade política, de burocrata da política, creio que tenha sido um esforço frustrado. Ele não sabia ser político ou diplomático. Abordava a política - a revolução- de forma religiosa, com espírito mais de santidade que de política.
Na Argentina, foi publicada uma biografia de Guevara na qual o autor, Mario O'Donnell, garante que o comandante da força aérea argentina, ao ser informado de que Guevara visitaria clandestinamente o país para conversar com o então presidente Arturo Frondizi, deu ordens para sua execução, mas a operação fracassou por imperícia ou medo dos encarregados de executá-la. O senhor conhece esse episódio, se é que de fato ocorreu?
A verdade é que ouvi falar disso, mas não disponho de dados suficientes, e nada disso me parece muito confiável. Trata-se de algo que o senhor O'Donnell revelou e continua afirmando. Mas soa um tanto fantástico. Caso tivesse de fato acontecido, teria causado um escândalo inimaginável.
A verdade é que ouvi falar disso, mas não disponho de dados suficientes, e nada disso me parece muito confiável. Trata-se de algo que o senhor O'Donnell revelou e continua afirmando. Mas soa um tanto fantástico. Caso tivesse de fato acontecido, teria causado um escândalo inimaginável.
Quem sabe... Os militares argentinos eram capazes de enormes desmandos, mas esse episódio parece um tanto forçado. Por que tomariam tal decisão, uma decisão drástica a esse ponto? Não devemos nos esquecer de que estávamos em 1961, três anos antes que Jorge Masetti tentasse implantar seu foco guerrilheiro na província de Salta, ou seja, bem antes das tentativas de Guevara para mobilizar uma guerrilha na Argentina. Para que matá-lo, nesse caso?
Caso o incidente estivesse ligado à exportação de algum complô de cubanos exilados, a idéia pareceria mais crível, mas não existem traços disso, ou pelo menos eu não disponho de informações sobre eles.
segunda-feira, agosto 01, 2011
Sabe aquele famoso que vc olha e fala... esse tem cara de...
Neymar tem cara de vendedor de queijo....
Dentinho tem cara de atendete do MC Donalds
Datena tem cara de demolidor
Dilma tem cara de manicure
Gugu tem cara de medico
Latino tem cara de garçon
Luan Santana tem cara de escoteiro
Justin biber tem cara de paquita
Faustão tem cara de mestre de obra
Ronaldo tem cara de taxista
segunda-feira, julho 18, 2011
Contra o anti-argentinismo
Texto de Fernando Faro
Nunca vi um povo comemorar um gol como o argentino. No campo ou na arquibancada, as veias saltam e a cor geralmente desbotada da pele portenha rapidamente se avermelha como um belo Malbec.
Quando a derrota vem, o vulcão de sentimentos permanece o mesmo. O chão some, as mãos trêmulas buscam repouso nas cabeças e não raro as lágrimas escorrem em profusão estarrecedora.
Um gol argentino é como um tango de Gardel. Denso. Forte. Emotivo.
Como país e povo, os argentinos (ao menos comigo) sempre foram gentis e amigos. Isso sem contar a beleza das paisagens, a culinária saborosa...
A Argentina também sempre tratou a bola com raro carinho. De Di Stéfano a Maradona e Messi, vimos brotar naquelas terras gênios capazes de rivalizar com os brasileiros. Isso em um país muito menor e com 1/5 menos de 'pé de obra' disponível.
Fica difícil, portanto, entender o porquê da raiva de alguns brasileiros contra nossos vizinhos. O que se leu nas redes sociais após a derrota para o Uruguai não foi rivalidade, essa sim sempre saudável. Foi algo menor.
Resisto pensar que se trate de dor de cotovelo, mas é difícil pensar em outra coisa. Falar que argentino é convencido e arrogante é muito fácil, mas quantas dessas milhões de pessoas realmente conhecem um portenho pra falar tal coisa (e como se nós fôssemos um país de humildes cordeirinhos).
Talvez, lá no fundo, o brasileiro gostaria de ver seus jogadores comemorando gols menos com coraçõezinhos e imitações tontas de bonecos e mais com seus companheiros e a torcida.
Somos acostumados a cobrar títulos aos montes e ai do time que não corresponder. Será rotulado de perdedor - que o diga o Brasil de Dunga. Quando perdemos, o que vem é a indignação. Como o melhor futebol do mundo ousa perder para um "inferior"?
Enquanto isso, mais ao sul, os argentinos sofrem com uma seca de títulos. Querem apenas ter o prazer de gritar campeão. Quando eles perdem, o que vem é a dor.
Vai ver que dorme escondido um sentimento de que eles jogam para trazer alegria à gente sofrida deles. Os nossos parecem sempre jogar para tentar comprovar sua condição de "superior" e aumentar sua fama.
Torcer contra a Argentina (e contra Uruguai, Itália, França, Holanda, Alemanha, etc) é atentar contra o futebol, violentar a tradição. Não só me nego como adoto o caminho inverso, sempre quero ver os gigantes frente a frente.
Nenhum time é nada se não existirem seus temidos rivais. E a rivalidade genuína nada mais é do que uma mistura de temor e respeito mútuo. Um sentimento paradoxalmente nobre e honrado.
Uma pena que muitas pessoas - alimentadas muitas vezes pela própria mídia e seus animadores de auditório - deturpem esse respeito e o transformem em avacalhação.
Como brasileiro, admiro demais o futebol argentino e vejo como ele completa o nosso e vice-versa. Em minha modesta concepção, isso é muito mais patriota do que sair gritando que sou brasileiro com muito orgulho e muito amor.
Pena que devo ser minoria.
Twitter do Fernando Faro: @fernandofaro
Blog do Fernando Faro: blogdosesportes.blogspot.com
Nunca vi um povo comemorar um gol como o argentino. No campo ou na arquibancada, as veias saltam e a cor geralmente desbotada da pele portenha rapidamente se avermelha como um belo Malbec.
Quando a derrota vem, o vulcão de sentimentos permanece o mesmo. O chão some, as mãos trêmulas buscam repouso nas cabeças e não raro as lágrimas escorrem em profusão estarrecedora.
Um gol argentino é como um tango de Gardel. Denso. Forte. Emotivo.
Como país e povo, os argentinos (ao menos comigo) sempre foram gentis e amigos. Isso sem contar a beleza das paisagens, a culinária saborosa...
A Argentina também sempre tratou a bola com raro carinho. De Di Stéfano a Maradona e Messi, vimos brotar naquelas terras gênios capazes de rivalizar com os brasileiros. Isso em um país muito menor e com 1/5 menos de 'pé de obra' disponível.
Fica difícil, portanto, entender o porquê da raiva de alguns brasileiros contra nossos vizinhos. O que se leu nas redes sociais após a derrota para o Uruguai não foi rivalidade, essa sim sempre saudável. Foi algo menor.
Resisto pensar que se trate de dor de cotovelo, mas é difícil pensar em outra coisa. Falar que argentino é convencido e arrogante é muito fácil, mas quantas dessas milhões de pessoas realmente conhecem um portenho pra falar tal coisa (e como se nós fôssemos um país de humildes cordeirinhos).
Talvez, lá no fundo, o brasileiro gostaria de ver seus jogadores comemorando gols menos com coraçõezinhos e imitações tontas de bonecos e mais com seus companheiros e a torcida.
Somos acostumados a cobrar títulos aos montes e ai do time que não corresponder. Será rotulado de perdedor - que o diga o Brasil de Dunga. Quando perdemos, o que vem é a indignação. Como o melhor futebol do mundo ousa perder para um "inferior"?
Enquanto isso, mais ao sul, os argentinos sofrem com uma seca de títulos. Querem apenas ter o prazer de gritar campeão. Quando eles perdem, o que vem é a dor.
Vai ver que dorme escondido um sentimento de que eles jogam para trazer alegria à gente sofrida deles. Os nossos parecem sempre jogar para tentar comprovar sua condição de "superior" e aumentar sua fama.
Torcer contra a Argentina (e contra Uruguai, Itália, França, Holanda, Alemanha, etc) é atentar contra o futebol, violentar a tradição. Não só me nego como adoto o caminho inverso, sempre quero ver os gigantes frente a frente.
Nenhum time é nada se não existirem seus temidos rivais. E a rivalidade genuína nada mais é do que uma mistura de temor e respeito mútuo. Um sentimento paradoxalmente nobre e honrado.
Uma pena que muitas pessoas - alimentadas muitas vezes pela própria mídia e seus animadores de auditório - deturpem esse respeito e o transformem em avacalhação.
Como brasileiro, admiro demais o futebol argentino e vejo como ele completa o nosso e vice-versa. Em minha modesta concepção, isso é muito mais patriota do que sair gritando que sou brasileiro com muito orgulho e muito amor.
Pena que devo ser minoria.
Twitter do Fernando Faro: @fernandofaro
Blog do Fernando Faro: blogdosesportes.blogspot.com
quinta-feira, junho 30, 2011
Hollywood Rock 92
Banda brasileira Titãs, cantando A Giovinezza, hino do Partido Fascista Italiano, e A Internacional, Hino do Partido Comunista Russo. Espetacular. Um grande protesto em forma de homenagem.
terça-feira, junho 28, 2011
Titãs e Sepultura
Como prometido, ai vai:
PS: Glauco, lembra destes gritos do Max??? Hahahahahah... até dói a cabeça...
PS: Glauco, lembra destes gritos do Max??? Hahahahahah... até dói a cabeça...
quinta-feira, junho 16, 2011
Andy Irons, um mito
Há exatos sete meses e quatorze dias, Andy Irons morria em um quarto de hotel na cidade texana de Dallas. Neste período muito se especulou sobre a causa da morte do surfista. Seu passado foi revirado, suposições mais diferentes foram publicadas na imprensa. Mas faltava uma palavra final, a palavra cientifica do laudo da causa da morte do surfista havaiano.
Na madrugada desta quinta-feira, após dois pedidos de adiamento, a família de Andy Irons divulgou um comunicado oficial sobre a morte do surfista. Segundo o laudo atestado pelo médico legista Nizam Peerwani do Instituto Médico Legal de Tarrant a causa da morte do surfista foi uma mistura de drogas que resultou em uma parada cardíaca..

A causa foi questionada pelo legista contratado pela família, o patologista Dr. Vincent Di Maio. Pare ele a principal causa da morte de Andy foi um problema cardíaco causado por uma arteriosclerose.
Apesar das conclusões diferentes na causa da morte, os dois médicos afirmam que foram encontrados no sangue de Andy Irons uma combinação de medicamentos e drogas. Alprazolam (Xanax), um antidepressivo, Metadona, um remédio comumente usado no tratamento de dependentes de drogas como heroína e outros derivados do ópio. Além de cocaína e meta-anfetamina.
Segundo o toxicologista Gary H. Wimbish, Andy Irons fez o uso de cocaína 30 horas antes de sua morte. A substancia encontrada no sangue do surfista, a Benzoilecgonina é um traço da droga após a sua decomposição dentro da corrente sanguínea.
A família de Irons fez questão de deixar claro que aceita o resultado dos testes toxicológicos, pediu privacidade neste momento difícil e ressaltou que Andy usava os medicamentos Xanax e Zolpidem para tratar um distúrbio de personalidade que afetou o surfista durante toda a sua vida. Argumentaram também que este distúrbio possivelmente levou Irons a procurar drogas recreativas. Os familiares também ressaltaram todo o apoio que os patrocinadores despenderam para auxiliar o surfista a ficar longe das drogas.
Andy Irons será lembrado por ser um sujeito controverso. Uma pessoa que amou o mar e o surf, que tornou as competições de surf mais saborosas. Suas escolhas de vida lhe custaram um preço alto. Andy não viu seu filho Axel nascer.
O surfista excepcional Andy Irons ficará nos corações dos fãs de surf. Que seu exemplo de vida e morte seja aproveitado pela gerações de hoje e do futuro.
sábado, junho 11, 2011
Eduardos e Mônicas
Muito, mas muito bom este vídeo da VIVO.
Minha prima Rhada acabou de me mostrou e resolvi já dividi-lo com vocês...
PS: Coração escreve com "S" ou "Ç"?
Minha prima Rhada acabou de me mostrou e resolvi já dividi-lo com vocês...
PS: Coração escreve com "S" ou "Ç"?
quinta-feira, junho 09, 2011
Homeopatia Unicista
Muitos remédios naturais ou não, são confundidos com homeopatia, quando não são. Este equívoco é um dos indicativos do pouco conhecimento que se tem sobre esta ciência médica.Nem todo produto natural é homeopático. A homeopatia é reconhecida como uma especialidade médica, que prepara seus medicamentos de um modo especial e exclusivo, através de diluições e dinamizações, agitando e diluindo a substância, o que lhe confere poder.
A medicação homeopática, corretamente escolhida para aquela pessoa, pode determinar uma cura profunda.
A Homeopatia é vitalista, ou seja defende que possuímos uma energia, passível de desequilíbrio o que gera doença.
Em 1810 o inspirado médico Samuel Hahnemann, publicou o livro que é considerado a bíblia desta medicina. Nele os princípios estão expostos, desta que é uma ciência e arte de curar. Ela tem princípios bem estabelecidos e arte porque para encontrar o remédio adequado para cada paciente, o médico deve compreender a essência interna de cada um. O homeopata estuda o paciente, para encontrar o medicamento adequado. É necessário investigar como o paciente experimenta a vida, como sofre, quais suas características e ilusões.
O medicamento corretamente escolhido é de uma qualidade energética semelhante a do indivíduo que vai receber um impulso na energia vital, através do estímulo provocado pela energia do medicamento.
Equilíbrio da energia vital é o objetivo de se administrar o remédio homeopático.
Neste sistema médico, para o encontro do medicamento homeopático, valoriza-se bastante o que a pessoa estava passando sentindo antes de adoecer. É muito útil, para o encontro da correta medicação, os transtornos vividos por aquele indivíduo, antes dos sintomas aparecerem no físico, o que ocorre já com o processo do “adoecimento” em andamento. O corpo nunca está doente separadamente, sem a participação do emocional por exemplo. O modo do indivíduo sentir a vida é que vai indicar a sua correta medicação.
A metodologia homeopática compreende o indivíduo como um sistema integrado e não apenas um corpo físico. Hahnemann, recomenda como princípio básico o uso de um medicamento de cada vez e não mais de um. É chamada homeopatia unicista por isso. Neste sistema de tratamento, utiliza-se o medicamento constitucional, para o equilíbrio geral da pessoa. Pode ser muito bem indicada em casos graves ou leves.No tratamento bem conduzido, espera-se que ocorra modificação benéfica subjetiva na pessoa que passará a se sentir melhor e até perceber coisas de modo diferente.
Um dos obstáculos à cura através deste método pode ser o estado geral de intoxicação em que vivem muitas pessoas, com uma alimentação toda cheia de venenos, artificialidades, desvitalizada, associado a um estilo de vida pouco saudável. Uma dieta saudável associada ao tratamento assegura melhores resultados. O próprio Hahnemann escreveu sobre dieta saudável e a importância para o equilíbrio do ser.
É muito útil que os médicos que trabalham com a medicina alopática busquem informação sobre a homeopatia, despindo-se de preconceitos, para não perder a oportunidade de ajudar casos em que a alopatia esteja sem conseguir resolver. Sistema algum de tratamento é absoluto e infalível. Associar conhecimentos, discutir as possibilidades que levam ao processo de cura e alívio do sofrimento humano, é colocar bom senso na prática de ajudar o próximo.
É fundamental uma atitude de abertura a novas idéias, utilizando-se da imparcialidade, característica muito importante ao verdadeiro cientista, interessado em ajudar os que necessitam. A subjetividade humana requer ferramentas várias para ser bem trabalhada, já que um método que serve muito para uma pessoa, não é a necessidade de outra, que se beneficiará de outro recurso que o médico versátil pode sugerir. Hipócrates abordou muito bem a subjetividade humana com o seu aforismo: “na medicina e no amor nem nunca nem sempre”
terça-feira, maio 31, 2011
Homenagem as Mulheres
Uma homenagem um pouco "diferente" as mulheres. Espero que entendam que é grande elogio.
sábado, maio 21, 2011
Always Look on the Bright Side of Life
Este som é tocado no final dos shows do Iron Maiden. Deve ser para "acalmar" um pouco o animo na saída!!!
Não esqueçam de olhar sempre o lado brilhante da vida!!!!
sexta-feira, maio 20, 2011
VIPs, o Filme
Se você acha que já viu tudo de picaretagem assista este filme, estrelado por Wagner Moura, que conta história de Marcelo Nascimento da Rocha, o maior picareta do Brasil (se não o maior do mundo).
terça-feira, maio 17, 2011
ACDC lança DVD e Blue Ray
Trailer do novo DVD do AC/DC, gravado na Argentina, durante a turnê do CD Black Ice. A casa vai cair.
quarta-feira, maio 11, 2011
terça-feira, maio 10, 2011
A falsidade da Imprensa
Abaixo o maior exemplo de como a imprensa pode ser “falsa” e enganosa. Sempre que me deparo com uma noticia, seja por meio de equipamento impresso ou por radiodifusão fico pensando se realmente a nóticia esta “limpa”, sem os já conhecidos “cortes”. É incrível com uma frase solta tem contexto totalmente diferente se lida na integra, com introdução, desenvolvimento e final do assunto. Abaixo uma grande exemplo disso. Leiam a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo e mais abaixo a entrevista na íntegra, dada pela cantora Paula Toller, via email. No desenvolver do assunto temos a impressão erronia que a colunista Monica Bergamo está presente a entrevista, acompanhando “ao vivo” os fatos descritos por ela. Uma vergonha.
![]() |
| Mônica Bergamo |
Folha de São Paulo - Coluna Mônica Bergamo
ABELHA RAINHA
Paula Toller comanda a volta do Kid Abelha e diz que fama de temperamental é elogio
Paula Toller, 48, chega cedo para a passagem de som do primeiro show de "Glitter de Principiante", a turnê de reencontro do Kid Abelha, no Teatro Guaíra, em Curitiba. Três anos depois de se dedicarem a carreiras solo, os integrantes do grupo (além dela, o saxofonista George Israel e o guitarrista Bruno Fortunato) se juntaram para um roteiro de apresentações e a gravação de um DVD que celebrará, no ano que vem, os 30 anos de criação da banda.
Paula Toller, 48, chega cedo para a passagem de som do primeiro show de "Glitter de Principiante", a turnê de reencontro do Kid Abelha, no Teatro Guaíra, em Curitiba. Três anos depois de se dedicarem a carreiras solo, os integrantes do grupo (além dela, o saxofonista George Israel e o guitarrista Bruno Fortunato) se juntaram para um roteiro de apresentações e a gravação de um DVD que celebrará, no ano que vem, os 30 anos de criação da banda.
*
No próximo sábado, 7, eles tocam no Credicard Hall, em São Paulo. No dia 14, no Citibank Hall do Rio.
*
No Paraná, a ansiedade era grande. "Estou há três dias sem dormir", dizia Mauro Benzaquem, empresário da banda. "A Paula também. É a capitã da nave. Não quer conversa até ver que tem o show", afirmava à repórter Thais Bilenky.
*
O cenário encomendado não ficou pronto a tempo e a equipe teve que improvisar: instalou um painel de LED onde eram exibidas figuras de elefantes, letras de músicas e...Israel e Fortunato se mantinham relaxados. Já Paula gesticulava, inspecionava a mesa de som, conversava com os músicos, dava ordens à equipe.
*
A produtora Catia Dartora diz às assessoras de imprensa que Paula só queria fotos "descontraídas fake", aparentando espontaneidade, mas ensaiadas. Ficam todas tensas. Nem isso acontece: a cantora se tranca no camarim quase duas horas antes do show.
*
O guitarrista afirma que ele e o saxofonista cuidam "mais da parte instrumental". "A Paula quis ficar à frente do conceito. Estamos deixando ela à vontade."
*
Nos três anos em que tocou sua carreira solo, Paula descobriu que estava com diabetes. Em 2009, foi ao dermatologista e, por acaso, diagnosticou a doença. "Estava magra demais e o médico desconfiou. Foi um baque, mas agora já estou me adaptando, embora tenha que seguir uma rotina de alimentação e exercícios rígida, usar insulina", conta.
*
Pouco antes do show, ela deixa o camarim. Recebe elogios pelo visual, aos quais não responde. Um produtor aborda a cantora: o governador do Paraná, Beto Richa, está na plateia. Quer visitá-la depois do show. "Qual é o nome dele?", pergunta ela.
*
Com uivos de "Gostosa!", o público recepciona Paula e o Kid Abelha. Ela segue em sua performance. "Gosto que me admirem no palco, na TV. O Lui [Farias, seu marido], me dá o maior apoio. Fiquei muito mais bonita depois que me casei com ele", diz. Evita proximidade maior com os fãs. "Ela não gosta de flashes, nem que toquem nela. Dou logo um tabefe quando começam a abraçar", diz um de seus seguranças.
*
Numa apresentação em João Pessoa, nos anos 90, uma cozinheira invadiu o palco. Ao tentar se afastar, a cantora levou um arranhão no braço. Sangrando,interrompeu o show e foi ao Instituto Médico Legal fazer exame de corpo de delito. "Ficou buzinando por séculos. "Como você deixou essa maluca entrar?!'", diz o segurança.
*
No palco, Paula conta que a canção "Dizer Não É Dizer Sim" nasceu depois de seu psicanalista observar que suas letras começavam com negativas: "Não estou disposto...", "Nada sei...". À coluna, ela diz que "tinha muito problema com inspiração, era cheia de não me toques. Agora, se tenho que escrever, vou lá e escrevo".
*
O espetáculo acaba. Richa está a postos no camarim. Dá beijos nas bochechas da cantora. "Sou seu fã desde sempre." Ela não responde. Ele pede para tirar uma foto, mas a bateria da máquina acaba na hora errada. Fãs fazem fila na porta do teatro.
*
Quarenta minutos depois, a cantora dá o ar da graça. Senta-se no chão com os fãs por cinco minutos e posa para uma foto coletiva. Ilizandro Schmit, 28, trouxe CDs da banda, mas ela não os autografa. Passada a bagunça, ele percebe que sua câmera sumiu. "Não merecemos esse tratamento. É melhor vocês dizerem: "A Paula não vai atender. Vão embora, por favor". Aquela foto [coletiva] ninguém vai querer."
*
A cantora tem fama de temperamental. "É um elogio", rebate Paula Toller. "Eu me exijo muito, sofro com as coisas, não durmo se tem algo errado. Tenho o prazer de trabalhar com gente talentosa e que se compromete." Segundo seu empresário, o combinado dela é: "Eu não erro, você não erra. Ok?". Reservada, só sai com os amigos. "Não faço "presença de celebridade". Meu trabalho é com música."
![]() |
| Paula Toller |
Entrevista na íntegra
Coluna Mônica Bergamo - Quando e como você diagnosticou diabetes? O que mudou na sua vida desde então?
Paula Toller - Fui diagnosticada com Diabetes tipo 1 em 2009, por acaso, numa consulta com o dermatologista q me trata há 20 anos. Eu estava magra demais e ele desconfiou.
Foi um baque, mas agora já estou me adaptando, embora tenha q seguir uma rotina de alimentação e exercícios bem rígida, e usar insulina.
Coluna MB - Há quantos anos você faz análise? O que você enxerga como resultado dessa experiência (inclusive canções)?
Foi um baque, mas agora já estou me adaptando, embora tenha q seguir uma rotina de alimentação e exercícios bem rígida, e usar insulina.
Coluna MB - Há quantos anos você faz análise? O que você enxerga como resultado dessa experiência (inclusive canções)?
PT - Análise evita enferrujar o cérebro. É bom para dar valor às coisas q realmente têm valor, e deixar rolar o q pode ser deixado rolar. Aos poucos vc vai conhecendo melhor essa maquininha q diferencia os seres humanos dos outros seres. E dá um suporte para as inevitáveis barras pesadas. Eu tinha muito problema com inspiração pra escrever, era cheia de "não-me-toques", agora, se tenho q escrever, vou lá e escrevo. É bem óbvio.
Coluna MB - Sua assessora diz que, embora você não esteja em todas as festas e circuitos badalados do Rio, você costuma andar pelas ruas na boa, como para ir ao salão etc. Como é sua rotina quando longe dos palcos?
PT - Eu vou a festas de amigos, vou a lançamentos e shows de amigos, mas não trabalho com "presença de celebridade". Meu trabalho é com música. O Rio de Janeiro permite isso, por que é uma "celeb-cidade". Tenho rotinas q vão se alternando e modificando, dia de show é mais caótico, por causa das viagens. Dois dias antes de qualquer show eu já estou me preparando, não tomo nem um drink, por exemplo. Antes de uma estréia como essa agora, então, eu já entro um mês antes no processo. Mas sair eu saio rápido, sou capaz de chegar de um show para 30 mil pessoas e fritar um ovo ainda maquiada e de salto.
Coluna MB - As pessoas que convivem com você dizem que é uma pessoa "exigente e profissional". Você concorda? Acha que tem atitude diferente do padrão brasileiro?
PT - É um elogio, mas não comparo com os outros. Eu me exijo muito, eu sofro com as coisas, não durmo se tem algo errado. Tenho o prazer de trabalhar com gente talentosa e que se compromete. E faço muitos amigos entre os colegas. Pessoas por quem tenho o maior carinho e com quem saio para comer pizza. Eu adoro minha roda, poder jantar 1h da manhã depois do show!
Coluna MB - Como cuida da aparência? Faz esportes (tênis?), rituais estéticos, maquiagem, cabelo?
PT - Na infância, eu sempre fui mais pra atleta, energética, brincadeiras de menino, do que feminina e delicada. Agora gosto de me cuidar, gosto q me admirem no palco, na TV. O Lui, tb me dá o maior apoio, não me deixa desanimar. Fiquei muito mais bonita depois q me casei com ele.
Coluna MB - Como cuida da aparência? Faz esportes (tênis?), rituais estéticos, maquiagem, cabelo?
PT - Na infância, eu sempre fui mais pra atleta, energética, brincadeiras de menino, do que feminina e delicada. Agora gosto de me cuidar, gosto q me admirem no palco, na TV. O Lui, tb me dá o maior apoio, não me deixa desanimar. Fiquei muito mais bonita depois q me casei com ele.
Coluna MB - Você gosta de ser elogiada por fãs? Como lida com o assédio dos fãs?
PT - Meus fãs são maravilhosos, me mimam bastante. Alguns se tornaram amigos, como a Luciana Moraes (webmaster) e a dramaturga Daniela Pereira de Carvalho, que escreve os textos do show.
Coluna MB - Por que preferiu dar entrevista por e-mail a falar no telefone ou pessoalmente?
PT - Para poupar a voz.
Obrigada
Paula Toller
Paula Toller
Nota do Blog
Paula Toller tem apenas um segurança pessoal, que não dá entrevistas. As lamentáveis declarações publicadas acima não partiram da equipe Kid Abelha nem representam o pensamento dos artistas ou de seus representantes.
Assinar:
Postagens (Atom)














