terça-feira, maio 31, 2011

sábado, maio 21, 2011

Always Look on the Bright Side of Life

Este som é tocado no final dos shows do Iron Maiden. Deve ser para "acalmar" um pouco o animo na saída!!!
Não esqueçam de olhar sempre o lado brilhante da vida!!!!

sexta-feira, maio 20, 2011

VIPs, o Filme

Se você acha que já viu tudo de picaretagem assista este filme, estrelado por Wagner Moura, que conta  história de Marcelo Nascimento da Rocha, o maior picareta do Brasil (se não o maior do mundo).

terça-feira, maio 17, 2011

terça-feira, maio 10, 2011

A falsidade da Imprensa

Abaixo o maior exemplo de como a imprensa pode ser “falsa” e enganosa. Sempre que me deparo com uma noticia, seja por meio de equipamento impresso ou por radiodifusão fico pensando se realmente a nóticia esta “limpa”, sem os já conhecidos “cortes”. É incrível com uma frase solta tem contexto totalmente diferente se lida na integra, com introdução, desenvolvimento e final do assunto. Abaixo uma grande exemplo disso. Leiam a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo e mais abaixo a entrevista na íntegra, dada pela cantora Paula Toller, via email. No desenvolver do assunto temos a impressão erronia que a colunista Monica Bergamo está presente a entrevista, acompanhando “ao vivo” os fatos descritos por ela. Uma vergonha.


Mônica Bergamo
Folha de São Paulo - Coluna Mônica Bergamo

ABELHA RAINHA
Paula Toller comanda a volta do Kid Abelha e diz que fama de temperamental é elogio

Paula Toller, 48, chega cedo para a passagem de som do primeiro show de "Glitter de Principiante", a turnê de reencontro do Kid Abelha, no Teatro Guaíra, em Curitiba. Três anos depois de se dedicarem a carreiras solo, os integrantes do grupo (além dela, o saxofonista George Israel e o guitarrista Bruno Fortunato) se juntaram para um roteiro de apresentações e a gravação de um DVD que celebrará, no ano que vem, os 30 anos de criação da banda. 
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No próximo sábado, 7, eles tocam no Credicard Hall, em São Paulo. No dia 14, no Citibank Hall do Rio. 
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No Paraná, a ansiedade era grande. "Estou há três dias sem dormir", dizia Mauro Benzaquem, empresário da banda. "A Paula também. É a capitã da nave. Não quer conversa até ver que tem o show", afirmava à repórter Thais Bilenky. 
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O cenário encomendado não ficou pronto a tempo e a equipe teve que improvisar: instalou um painel de LED onde eram exibidas figuras de elefantes, letras de músicas e...Israel e Fortunato se mantinham relaxados. Já Paula gesticulava, inspecionava a mesa de som, conversava com os músicos, dava ordens à equipe.
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A produtora Catia Dartora diz às assessoras de imprensa que Paula só queria fotos "descontraídas fake", aparentando espontaneidade, mas ensaiadas. Ficam todas tensas. Nem isso acontece: a cantora se tranca no camarim quase duas horas antes do show. 
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O guitarrista afirma que ele e o saxofonista cuidam "mais da parte instrumental". "A Paula quis ficar à frente do conceito. Estamos deixando ela à vontade." 
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Nos três anos em que tocou sua carreira solo, Paula descobriu que estava com diabetes. Em 2009, foi ao dermatologista e, por acaso, diagnosticou a doença. "Estava magra demais e o médico desconfiou. Foi um baque, mas agora já estou me adaptando, embora tenha que seguir uma rotina de alimentação e exercícios rígida, usar insulina", conta. 
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Pouco antes do show, ela deixa o camarim. Recebe elogios pelo visual, aos quais não responde. Um produtor aborda a cantora: o governador do Paraná, Beto Richa, está na plateia. Quer visitá-la depois do show. "Qual é o nome dele?", pergunta ela.
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Com uivos de "Gostosa!", o público recepciona Paula e o Kid Abelha. Ela segue em sua performance. "Gosto que me admirem no palco, na TV. O Lui [Farias, seu marido], me dá o maior apoio. Fiquei muito mais bonita depois que me casei com ele", diz. Evita proximidade maior com os fãs. "Ela não gosta de flashes, nem que toquem nela. Dou logo um tabefe quando começam a abraçar", diz um de seus seguranças. 
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Numa apresentação em João Pessoa, nos anos 90, uma cozinheira invadiu o palco. Ao tentar se afastar, a cantora levou um arranhão no braço. Sangrando,interrompeu o show e foi ao Instituto Médico Legal fazer exame de corpo de delito. "Ficou buzinando por séculos. "Como você deixou essa maluca entrar?!'", diz o segurança. 
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No palco, Paula conta que a canção "Dizer Não É Dizer Sim" nasceu depois de seu psicanalista observar que suas letras começavam com negativas: "Não estou disposto...", "Nada sei...". À coluna, ela diz que "tinha muito problema com inspiração, era cheia de não me toques. Agora, se tenho que escrever, vou lá e escrevo". 
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O espetáculo acaba. Richa está a postos no camarim. Dá beijos nas bochechas da cantora. "Sou seu fã desde sempre." Ela não responde. Ele pede para tirar uma foto, mas a bateria da máquina acaba na hora errada. Fãs fazem fila na porta do teatro. 
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Quarenta minutos depois, a cantora dá o ar da graça. Senta-se no chão com os fãs por cinco minutos e posa para uma foto coletiva. Ilizandro Schmit, 28, trouxe CDs da banda, mas ela não os autografa. Passada a bagunça, ele percebe que sua câmera sumiu. "Não merecemos esse tratamento. É melhor vocês dizerem: "A Paula não vai atender. Vão embora, por favor". Aquela foto [coletiva] ninguém vai querer." 
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A cantora tem fama de temperamental. "É um elogio", rebate Paula Toller. "Eu me exijo muito, sofro com as coisas, não durmo se tem algo errado. Tenho o prazer de trabalhar com gente talentosa e que se compromete." Segundo seu empresário, o combinado dela é: "Eu não erro, você não erra. Ok?". Reservada, só sai com os amigos. "Não faço "presença de celebridade". Meu trabalho é com música."



Paula Toller
Entrevista na íntegra
Coluna Mônica Bergamo - Quando e como você diagnosticou diabetes? O que mudou na sua vida desde então?
Paula Toller - Fui diagnosticada com Diabetes tipo 1 em 2009, por acaso, numa consulta com o dermatologista q me trata há 20 anos. Eu estava magra demais e ele desconfiou.
Foi um baque, mas agora já estou me adaptando, embora tenha q seguir uma rotina de alimentação e exercícios bem rígida, e usar insulina.

Coluna MB - Há quantos anos você faz análise? O que você enxerga como resultado dessa experiência (inclusive canções)?
PT - Análise evita enferrujar o cérebro. É bom para dar valor às coisas q realmente têm valor, e deixar rolar o q pode ser deixado rolar. Aos poucos vc vai conhecendo melhor essa maquininha q diferencia os seres humanos dos outros seres. E dá um suporte para as inevitáveis barras pesadas. Eu tinha muito problema com inspiração pra escrever, era cheia de "não-me-toques", agora, se tenho q escrever, vou lá e escrevo. É bem óbvio. 

Coluna MB - Sua assessora diz que, embora você não esteja em todas as festas e circuitos badalados do Rio, você costuma andar pelas ruas na boa, como para ir ao salão etc. Como é sua rotina quando longe dos palcos?
PT - Eu vou a festas de amigos, vou a lançamentos e shows de amigos, mas não trabalho com "presença de celebridade". Meu trabalho é com música. O Rio de Janeiro permite isso, por que é uma "celeb-cidade". Tenho rotinas q vão se alternando e modificando, dia de show é mais caótico, por causa das viagens. Dois dias antes de qualquer show eu já estou me preparando, não tomo nem um drink, por exemplo. Antes de uma estréia como essa agora, então, eu já entro um mês antes no processo. Mas sair eu saio rápido, sou capaz de chegar de um show para 30 mil pessoas e fritar um ovo ainda maquiada e de salto.

Coluna MB - As pessoas que convivem com você dizem que é uma pessoa "exigente e profissional". Você concorda? Acha que tem atitude diferente do padrão brasileiro?
PT - É um elogio, mas não comparo com os outros. Eu me exijo muito, eu sofro com as coisas, não durmo se tem algo errado. Tenho o prazer de trabalhar com gente talentosa e que se compromete. E faço muitos amigos entre os colegas. Pessoas por quem tenho o maior carinho e com quem saio para comer pizza. Eu adoro minha roda, poder jantar 1h da manhã depois do show!

Coluna MB - Como cuida da aparência? Faz esportes (tênis?), rituais estéticos, maquiagem, cabelo?
PT - Na infância, eu sempre fui mais pra atleta, energética, brincadeiras de menino, do que feminina e delicada. Agora gosto de me cuidar, gosto q me admirem no palco, na TV. O Lui, tb me dá o maior apoio, não me deixa desanimar. Fiquei muito mais bonita depois q me casei com ele. 

Coluna MB - Você gosta de ser elogiada por fãs? Como lida com o assédio dos fãs?
PT - Meus fãs são maravilhosos, me mimam bastante. Alguns se tornaram amigos, como a Luciana Moraes (webmaster) e a dramaturga Daniela Pereira de Carvalho, que escreve os textos do show.

Coluna MB - Por que preferiu dar entrevista por e-mail a falar no telefone ou pessoalmente?
PT - Para poupar a voz. 
Obrigada
Paula Toller 

Nota do Blog
Paula Toller tem apenas um segurança pessoal, que não dá entrevistas.  As lamentáveis declarações publicadas acima não partiram da equipe Kid Abelha nem representam o pensamento dos artistas ou de seus representantes. 

segunda-feira, maio 09, 2011

Ideologia Titã

Esta é para quem é (como eu) um  titã... Minha ideologia: "... não é que eu vou fazer igual, eu vou fazer pior..." ahahahahahhaa
Hollywood Rock 94... na minha opinião o melhor de todos. Amanhã posto o vídeo dos Titãs junto ao Sepultura.

quarta-feira, maio 04, 2011

O homem que andou pelo mundo

Quando se trata da marca Johnnie Walker, não adianta, vem coisa boa. Seja pelos seus whiskies, suas ideias, seus designs ou propagandas. Tanto em imagens quanto em vídeos.

O curta abaixo mostra a história do pequeno John na sua jornada de criação de uma das marcas mais fortes e importantes em termos de bebidas alcoólicas.

Impressionante não? O mais bizarro é que eles fizeram isso em apenas uma tomada, haja competência, principalmente por parte do autor, coisa raríssima de se ver. Uma ótima redação com uma puta interpretação. Um dos melhores vídeos institucionais que eu já vi, quiçá o melhor.

terça-feira, maio 03, 2011

O BRASIL EXPLICADO EM GALINHAS

Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.
D – Delegado
L – Ladrão

D - Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!

L - Não era para mim não. Era para vender.

D - Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!

L - Mas eu vendia mais caro.

D - Mais caro?

L - Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

D - Mas eram as mesmas galinhas, safado.

L - Os ovos das minhas eu pintava.

D - Que grande pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado...)

D - Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

L - Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio..

D - E o que você faz com o lucro do seu negócio?

L - Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

D - Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

L - Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

D - E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

L - Às vezes. Sabe como é.

D - Não sei não, excelência. Me explique.

L - É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova. 

D - O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

L - Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

D - Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

Luis Fernando Veríssimo

segunda-feira, maio 02, 2011

Ligações de empresas de Call Center


Finalmente uma boa notícia. Por acaso você já teve de atender aquelas ligações "insuportaveis" de bancos, financiadoras, cursos e outros, sempre te importunando pra aceitar/assinar o serviço tal, que vai ser muito positivo, cheio de benefícios??? Fica incomodado como eu??? Ai esta a solução. Agora é possível, cadastrar o seu telefone na central do PROCON e assim você estará livre, DEFINITIVAMENTE de todas as ligações indesejadas de empresas de Call-center querendo vender ( enfiar ) seus produtos.
Veja os passos necessários para se livrar definitivamente deste infortúnio.


1. Acesse o cadastro do PROCON.
2. Informe os dados do TITULAR DA LINHA.
3. Informe o código de segurança
4. PRONTO!
Agora só aguardar alguns dias e seu número de telefone já estará na “ BLACK LIST “