quarta-feira, junho 30, 2010

TIANASTÁCIA

Para quem é fã do bom e velho rock'n roll ai vai.
É Tianastácia!!!



Para quem não conhece ai vai um pouco da história desta galera muito "loca".


Para participar da primeira edição do FestValda (1995), etapa de Belo Horizonte, a banda TIANASTÁCIA foi fundada por 3 amigos. Concorrendo com outras 224 músicas, na categoria inédita, dentre vários estilos, o TIANASTÁCIA venceu o FestValda com o rock'n'roll "Cabrobró", de onde saiu consagrada pela apresentadora Astrid Fontenelle (MTV) como "a melhor banda que já passou pelos palcos do festival".
O primeiro Cd - Acebolado - saiu em 1996 pela cogumelo records, selo que lançou oSepultura para o mundo. De suas 15 faixas, destaca-se " Pingaoplim" cujo clip foi lançado com destaque pela MTV além do single " Cabrobró", primeiro sucesso da banda.
Em 1998, já com a dupla Podé e Maurinho nos vocais, no lugar de André, e sem o Baterista Cadu, a banda lançou o álbum " Tianastacia" , cujas músicas de trabalho foram " Jesus Cristinho" e " Abriu os olhos".
Marcelo sussekind, um dos produtores de rock mais requisitados do Brasil, produziu e gravou o terceiro CD do grupo entre fevereiro e março de 1999. " Tá na boa.." foi lançado em dezembro do mesmo ano.
Em 13 faixas, sendo quatro releituras e oito inéditas, o grupo exibe sua veia roqueira, inspirada em Led zeppelin,Black Crowes, Pearl Jam, Mutantes, Secos e Molhados, The Beatles e The Rolling Stones. As letras baseiam-se no trinômio paz, amor e rock´n roll. Destaque para a música " Conto de Fraldas", - do baianjo Tom Zé.
O quarto disco veio em 2000. " Criança Louca" é, provavelmente, o trabalho mais diversificado da banda. Ora mais folk, ora distorcido, 'as vezes mais sério, outras galhofeiro, o estilo vai do blues ao reggae, do hard rock ao zen-surfismo. 
A ficha técnica de "Criança Louca" traz profissionais do primeiro time. Carlo Bartolini ( ex-guitarrista do Ultraje a Rigor) foi o responsável pela produção, mixagem e gravação do CD, que contou ainda com Miranda na pré-produção e Torcuato Mariano, como diretor artístico. Este, além do trabalho executivo, fez uma participação especial em "Tchau". 
Recém-lançado, em junho deste ano, o quinto Cd de estúdio do Tianastacia chama-se "Na.Boca.do.sapo.tem.Dente". Ele mostra o sexteto atento 'a evolução de seu som, de seu público e de si próprios. Com quase oito anos de carreira, os músicos deixam claro que o passar dos anos só deixou boas marcas em suas vidas, além de tê-los aproximado ainda mais. 
O resultado é o próprio processo de gravação desse álbum, realizado no estúdio do Jota Quest em Belo Horizonte, de maneira independente, num clima de relaxamento total, que contribui para que o trabalho tivesse uma unidade, apesar do single " Fora de Controle" sugerir o contrário. 
Algumas parcerias foram fundamentais para a conclusão do CD, como a dos Jota Quest, Rogério Flausino e Márcio Buzelin em " O Sol" ; de Pulinho Santos do Uakti, em " Sapo Antunes", "Aldeia", e " Desperdícios" e de Tom Zé, em "Sapo Antunes" . Desta vez, amor e crítica social são o tema das composições. 
A produção é novamente de Carlo Bartolini, junto com Ronaldo Villas e o próprio Tianastacia. O trabalho foi viabilisado graças ao patrocínio da Telemig Celular, via Lei Estadual de Incentivo a cultura. Se há um sinônimo rock'n roll para Minas Gerais é o Tianastácia. Essa identificação com o público, que existe desde o início da banda pode ser conferida no primeiro DVD do Grupo "Tianastácia ao vivo", lançado pela EMI. 
Gravado ao vivo durante a apresentação da banda para 40 mil pessoas no Pop Rock Brasil 2004, no estádio Independência, o DVD captura toda a urgência e o carisma do Tianastácia, numa exibição irretocável. 
Durante 48 minutos o grupo desfila seus maiores sucessos. O repertório vai do primeiro hit "Cabrobró", a parceria com tom Zé, em "Sapo Antunes", incluindo ainda as músicas "Desabafo", "Fora de controle", "Sculacho", "Qualquer besteira", "Favela", "Sanatório", "Limitado", "Rama", "O sol" e "Conto de fraldas". 
O DVD traz ainda uma generosa dose de extras, como o item bootlegs, que além de versões alternativas de cinco faixas do show principal, inclui músicas como "Mestre Jonas", "Profana", "Itacaré", "Milho verde", "Não tinha emprego", "Guarda Rogério" e "Seu caminho", com dois solos alucinados de Glauco comandando a bateria. 
O DVD traz ainda uma sessão com dezenas de fotos de diversas fases da carreira. Uma reunião de making ofs que inclui o acompanhamento das gravações dos discos "Na.Boca.do.sapo.tem.Dente" e "Criança Louca", e do clipe "Sanatório. Além de uma coleção completa dos clipes da banda. 
A versão em CD traz as gravações ao vivo de "Cabrobró", "Fora de controle", "Sculacho", "Qualquer besteira", "Favela", "Sanatório", "Limitado", "Rama", "O sol" e "Conto de fraldas", e mais quatro faixas bônus de estúdio: "Sapo Antunes", "Fora de controle", "O sol" e "Rama". 
Há dez anos seguindo uma estrada que nunca se desviou do rock, o Tianastácia chega ao sétimo CD com energia para explorar novos elementos dentro o estilo que consagrou a banda. Orange 7, é um trabalho que consagra a maturidade do grupo formado por Maurinho Nastácia (vocal e violão), Antônio Júlio Nastácia (guitarra), Beto Nastácia (contra-baixo), Glauco Nastácia (bateria) e Podé Nastácia (vocal e violão). 
As 10 faixas do novo trabalho mostram a vontade do Tianastácia em continuar conversando com seu público sobre temas universais, como a vida e o amor. Esse diálogo em forma de música acontece em alto e bom som, mas também vem em momentos mais intimistas porque a banda, agora adulta, se permite buscar diferentes experiências sonoras. 
Com um público fiel que acompanha os passos do grupo desde o princípio, o Tianastácia quer chamar a atenção também de outras platéias através de Orange 7. A veia roqueira da banda aparece tanto em canções mais cruas e pesadas, quanto nas baladas, que neste disco ganham mais força do que em qualquer outro momento da história do Tianastácia. Hoje "maior de idade", a banda transforma sua maneira de chegar ao público e isso aparece desde os arranjos até nas letras de Orange 7. 
Cada vez mais aberta para o violão, a banda apresenta levadas mais melódicas que permeiam todo o disco, como "O Grito", que abre Orange 7, "Em Primeiro Lugar, Amor" e "Toda Medida", única canção não assinada pelos integrantes e faixa em que o Tianastácia mais se arrisca na busca por novos ares. O já conhecido poder os elementos-chave do grupo - guitarra, baixo e bateria - vêm à tona em músicas como "Tatuagem", "Garota de Ipanema", "1 Segundo" e "Essa Menina". 
Fazendo contraponto aos instrumentos de base, o teclado entra em cena neste novo trabalho pelas mãos do músico Rubinho de Souza, funcionando como mais um elemento harmônico. O equilíbrio nos arranjos recebe letras que falam do amor entre pares, mas também captam o sentimento de uma forma mais ampla. "Nós ficamos adultos e a forma de falar mudou. Não cabia mais tratar os temas de forma adolescente. Pelo fato da gente ter amadurecido, a banda perdeu o pudor de falar de amor", avisa Maurinho Nastácia, um dos frontmans do Tianastácia. 
Como é de costume do Tianastácia, a banda mais uma vez fez a pré-produção do disco no sossego, em uma fazenda de um amigo em Pará de Minas. O novo rebento do Tia saiu do "mato" em agosto deste ano, pronto para ser lapidado no estúdio Máquina e posteriormente mixado no Rio, no estúdio Casa do Mato. 
Mais elaborado, mas sem perder a essência, Orange 7 mostra força em facetas antes menos evidentes da banda e também dá continuidade a uma história de fidelidade ao rock'n' roll que vem sendo aplaudida há uma década.
O oitavo disco da Banda é “Tianastácia no País das Maravilhas”, lançado no final de 2009 com volta ás origens da banda. Este cd foi lançado em forma independente com apenas duas semanas de lançamento e sem a banda divulgar o cd pelo Brasil a fora, já chegou a mais de 50 mil copias vendidas. Este trabalho marca a volta do bom e velho rock and roll que o Tianastácia sabe e muito fazer, as músicas de trabalho são, Guardanapo de Buteco, Nobody, A paz, Mistério, e com destaque com os covers de Faroeste Caboclo do Legião Urbana e Balada do Louco dos Mutantes.
É Tianastácia!

sexta-feira, junho 25, 2010

JORNAL DA EMES nº 15

ANO 3                                                        EDIÇÃO 015                                                         2010 
Material de Caráter Educativo                   Tiragem: 1000                        Distribuição Gratuita

História das Copas do Mundo
De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol. A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA. A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930, e a seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet. Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.
O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça em 1958, na Suécia. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça. Em 1970, no México, o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet. Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França. Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.

PROFESSORES ANIVERSARIANTES

05/05
Regina Helena Ferreira Barreira
07/05
Rosa MariaCandian Botechia
10/05
Joseli Maria Bonin Bueno
26/06
Rossanna Cristina Krambeck

NOSSA CAMPEÃ!

GRACE CRISTINA ROQUE, ALUNA DA CLASSE DE PÓS-ALFABETIZAÇÃO EM FUNCIONAMENTO NA CEIEF GOVERNADOR MARIO COVAS, COM A PROFESSORA ADRIANA TRIGO, VENCEU O CAMPEONATO DE TÊNIS DE MESA DISPUTADO NA APAE. PARABÉNS GRACE!



DIVERSÃO




O PESCADOR
DIA 29 DE JUNHO É O DIA DE SÃO PEDRO, O APÓSTOLO PESCADOR E QUE TAMBÉM É PADROEIRO DOS PESCADORES. POR ISTO, A DATA FOI ESCOLHIDA PARA COMEMORAR O DIA DO PESCADOR.
PESCADOR NÃO É SÓ BOM DE HISTÓRIA. É AQUELE SUJEITO QUE CONHECE A NATUREZA, ENTENDE O MAR, SABE OLHAR PARA A LUA E VER A MARÉ QUE VEM. ANTES DO SOL NASCER, LÁ VAI ELE COM SEU BARCO PESQUEIRO E PÁRA ONDE SABE QUE DÁ PEIXE - SABE DIREITINHO ONDE A PESCARIA É BOA. QUANDO O DIA É BOM, TRAZ ALIMENTO PARA A FAMÍLIA E AINDA GARANTE O SUSTENTO DA CASA COM O QUE CONSEGUE VENDER.
ESTE PERSONAGEM - O PESCADOR QUE VIVE DE SUA PRÓPRIA PRODUÇÃO - É BASTANTE COMUM NO NOSSO PAÍS. MUITOS VIVEM EM PRAIAS PARADISÍACAS E POUCO HABITADAS; NOS FERIADOS E NAS ALTAS TEMPORADAS, COSTUMAM GANHAR BEM MAIS DO QUE A MÉDIA ANUAL. PORÉM, A SUBSISTÊNCIA DESTES TRABALHADORES PODE ESTAR AMEAÇADA PELA PESCA ESPORTIVA DE PESSOAS SEM LICENÇA E SEM CONSCIÊNCIA AMBIENTAL, QUE PESCAM QUANTIDADES SUPERIORES À PERMITIDA; A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS TAMBÉM COMPROMETE A VIDA DOS PEIXES E CONSEQÜENTEMENTE A DOS PESCADORES.
PORTANTO, ALÉM DE CUIDAR E ENTENDER A NATUREZA, O PESCADOR PRECISA QUE TODOS À SUA VOLTA FAÇAM O MESMO. AFINAL, ELE É UM DOS QUE SENTEM NA PELE COMO O EQUILÍBRIO DA NATUREZA É TAMBÉM O EQUILÍBRIO DO HOMEM.

“A EMES está de portas abertas aos seus alunos.”


ANEXO - PELÉ

Edison Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé é considerado por muitos como o maior jogador da história do futebol, tendo fama internacional na condição de futebolista. Recebeu o título de Atleta do Século de todos os esportes eleito pelo jornal francês L'Equipe. No fim de 1999, o Comitê Olímpico Internacional, após uma votação internacional entre todos os Comitês Olímpicos Nacionais associados, também elegeu Pelé o "Atleta do Século". A FIFA também o elegeu, em 2000, numa votação feita por renomados ex-atletas e ex-treinadores como o Jogador de Futebol do Século XX.
Nascido em Três Corações, em 23 de Outubro de 1940, aos cinco anos mudou-se com a família para Bauru, interior de São Paulo. O nome "Edison" foi escolhido pelo pai para fazer uma homenagem ao inventor Thomas Edison.
Ainda criança manifestou a vontade de ser jogador. Com onze anos já jogava em um time infanto-juvenil, o Canto do Rio, cuja idade mínima para participar era de treze anos. O pai então o estimulou a montar o seu próprio time: o Sete de Setembro. Para adquirir material, como bolas e uniformes, os garotos do time chegaram a roubar produtos nos vagões estacionados da Estrada de Ferro Sorocabana para vender em entrada de cinema e praças. Posteriormente, viria a jogar no Baquinho, o time de maior referência da juventude do Pelé. Depois, Valdemar de Brito, famoso jogador do passado levou Pelé para a equipe do Santos. Deu no que todo mundo sabe. Certamente, o brasileiro de maior projeção no exterior. Uma das pessoas mais conhecidas e reconhecidas no planeta.
Um fato que destacou a importância de Pelé no exterior foi quando de sua visita a África em 1969. No transcorrer da guerra civil na África, para que Pelé e o time do Santos FC transitassem em segurança, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.
Pelé começou sua carreira no Santos FC, em 1956 e disputou sua primeira partida internacional com a seleção brasileira dez meses depois. Nos anos 1960 foi convidado para jogar fora do Brasil, na Europa, mas preferiu ficar no seu clube de coração.
Foi ministro dos Esportes de 1995 a 1998.  Nessa época aprovou mudanças na Lei Zico, que passou a ser conhecida como Lei Pelé. A legislação, muito criticada pelos dirigentes de clubes brasileiros, na verdade segue as linhas gerais as diretrizes internacionais da FIFA para contratação de jogadores. Em 2000, na conturbada eleição de Melhor Jogador do Século da FIFA, Pelé foi aclamado como o melhor de todos os tempos, a frente do craque argentino Diego Maradona.

Camisa 10 - Depois de Pelé, a camisa 10 passou a ser vestida pelo melhor jogador do time, tanto no Brasil quanto no exterior. No time do Santos e no do cosmos de Nova York, ele utilizava esse número. Em sua estréia na Seleção Brasileira, Pelé atuou com a camisa de número 9, a camisa de número 10 ele só começou a utilizar a partir do Mundial de 1958, cuja distribuição da numeração se deu de forma aleatória por um membro da FIFA, posto que, a delegação brasileira havia deixado de fornecer aos organizadores daquele mundial a numeração dos atletas.

Seleção Brasileira - Foi convocado pela primeira vez pelo técnico Sílvio Pirilo depois de brilhantes partidas no Maracanã, na qual atuou em um combinado do Santos e Vasco da Gama. Na Copa de 1958, convocado com 17 anos, se machucou na véspera da competição, mas Paulo Machado de Carvalho resolveu levá-lo assim mesmo. Estreou no terceiro e decisivo jogo do Brasil, juntamente com Zito e Garrincha. Nessa copa Pelé foi chamado pelos franceses de "Rei do Futebol", dando início a uma verdadeira lenda internacional, tornando-se uma das personalidades mais conhecidas do mundo durante o século XX. Na Copa de 1962, Pelé se machucou na virilha, no segundo jogo do Brasil. No primeiro ele havia feito um gol. Não jogou mais aquela competição. Também 1966 o rei Pelé foi caçado em campo pelos adversários, que usavam do chamado "Futebol Força" para surpreender o Brasil. Jogou apenas duas das três partidas que o Brasil disputou naquela Copa. Em 1970 foi ameaçado de ficar no banco de reservas, quando Zagallo assumiu a seleção, Pelé jogou tudo que sabia e comandou o Brasil na sua mais impressionante campanha em Copas, ganhando definitivamente a Taça Jules Rimet. Sua despedida da Seleção ocorreu no Maracanã, dia 18 de julho de 1971, com público de 138.575 pagantes, no empate Brasil 2X2 Iugoslávia.

As despedidas - Além da Seleção Brasileira, Pelé se despediu como jogador do Santos em 1974 (vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta) e do New York Cosmos (1977, jogando um tempo em cada equipe, marcando um gol pelo time nova-iorquino que venceu o Santos por 2 - 1). Na festa estadunidense, com direito a participação de Mohamed Ali, Pelé daria seu grito repetido por milhares de pessoas: "Love! Love!".
Seria a estrela de partidas de despedida de outros astros, como Garrincha em 1973 (fez um gol pela Seleção Brasileira, driblando toda a defesa adversária formada por estrangeiros que atuavam no Brasil); e da de Beckenbauer em 1982, quando fez seu último gol. 

Milésimo gol - Um fã coloca seus pés na marca de Pelé na calçada da fama do Maracanã, local do gol 1000. Marcado em 19 de novembro de 1969, às 23h11, Vasco 1 - Santos 2, com 65.157 pagantes.

segunda-feira, junho 21, 2010

Torcedor de Copa e Patriotas

Refugo, há algum tempo - como o cavalo Baloubet du Rouet, de Rodrigo Pessoa - a escrever algumas “idéias” neste espaço. Mas a Copa do Mundo me fez reservar um tempo e escrever. Gostaria de falar sobre dois assuntos, o já famoso “Torcedor de Copa” e o verdadeiro significado de Pátria.
Torcedor de Copa é aquele que aparece de quatro em quatro anos, normalmente vestido com as cores de nossa bandeira, sempre carregando um “componente”, como uma peruca, corneta, confete, bandeira, cara pintada  e outros apetrechos. Já durante a escalação ele pergunta onde esta o Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho ou o Imperador Adriano, e fica indignado ao saber que estes jogadores não fazem mais parte da equipe canarinho. Alguns, mas experientes na função de torcedores de copa perguntam até de jogadores que não estão mais em atividade (cadê o Romário?!?!?). No decorrer do jogo consegue enervar os bons amantes do futebol, pois sempre vem com idéias erradas (para não dizer cretinas), querendo trocar Michel Bastos (lateral esquerdo) por Nilmar ou Grafite (atacantes), e quando você pede que explique, taticamente, como ficaria o time com suas “geniais” modificações, ele não tem idéia do que você esta falando. Acredita também que a entrada de mais um volante ou lateral apenas torna o time mais defensivo (conceitos como "overlapping", ponto futuro ou polivalência não existem para estes torcedores). E ficar a seu lado nos lances “perigosos”?!?!?!? Bola batida perto da bandeira de escanteio é como se tirasse tinta da trave; falta na lateral de campo e eles querem pênalti; o jogador passo do meio de campo e eles gritam: “chuta, chuta!”; mesmo depois das três substituições eles persistem: “por que não entra fulano ou beltrano?”. Três bolas na trave contam um gol???
O segundo assunto é um pouco menos engraçado, porém bem mais valoroso. Como você define pátria e patriota??? Veja, segundo o dicionário:

PÁTRIA,  s. f. País em que se nasce; província, cidade, vila ou aldeia natal; terra dos pais
PATRIOTA, s. Pessoa que ama a pátria e deseja servi-la.

Este assunto se deve ao fato de meus amigos e amigas sentirem-se “incomodados” por eu dizer que não torço pela Seleção Brasileira. Vale ressaltar que em 94, com 12 anos, sofri muito pela Seleção de Parreira e me tornei um dos fãs incondicionais de Romário e do futebol defensivo, de resultados. Gosto de ver meu time jogando bem, porém mais do que isto, gosto de vê-lo campeão. Em 98 torcia pela Seleção também, mas ai surgiu para mim o maior jogador que vi jogar, em minha época, e em ação... Zinedine Yazid Zidane.
Desde lá acompanho os jogos, mas não sinto “vontade” de torcer. Não torço contra, apenas não torço a favor!
Como amante do futebol, não consigo vê-lo apenas no campo, durante 90 minutos, portanto considero muitas coisas para estas decisões/sentimentos, que vão desde os roubos da Confederação Brasileira de Futebol, até a enganação ao povo brasileiro, que quando vence leva a falsa impressão que tudo esta ótimo. Torci contra a candidatura do Brasil para sede da Copa de 2014, da mesma maneira que como SÃO-PAULINO FANÁTICO sempre fui contra o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, nosso Morumbi, ser “utilizado” na Copa do Mundo.
Se sou patriota? Depende, pois amo meu país e sempre defendo-o, exercendo meus direitos de cidadão e colaborando com meus deveres (por exemplo, votando em todas as eleições), mas se ser patriota significar ser um “torcedor de copa”, não sou e com muito orgulho.

PS: se jogador guerreiro ganhasse jogo a China e o Japão seriam os maiores campeões do mundo.