ANO 4 EDIÇÃO 020 2011
Material de Caráter Educativo Tiragem: 1000 Distribuição Gratuita
CONHECENDO OS MESES DO ANO
MARÇO: O mês de março é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses gregorianos com 31 dias. O seu nome deriva do deus romano Marte.
ABRIL: É o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão. É por esta razão que surgiu a crença de que os amores nascidos em Abril são para sempre.
FATO HISTORICO DO MÊS DE ABRIL
DIA 31/04/1889 - DURANTE A EXPOSIÇÃO UNIVERSAL DE PARIS, DA QUAL ERA A PRINCIPAL ATRAÇÃO, A TORRE EIFFEL É INAUGURADA EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO FRANCESA. CRIADA PELO ENGENHEIRO GUSTAVO EIFFEL, ERA NA ÉPOCA A CONSTRUÇÃO MAIS ALTA DO MUNDO, COM SEUS 300 METROS DE ALTURA.
DIA 16/04/1984 - CERCA DE 1,5 MILHÃO DE PESSOAS SE REÚNEM NO VALE DO ANHANGABAÚ PELAS DIRETAS JÁ, A CAMPANHA PELO VOTO DIRETO PARA PRESIDENTE. NOVE DIAS DEPOIS, A EMENDA DAS DIRETAS É REJEITADA NO CONGRESSO.
EU ME LEMBRO - "FUI ÀQUELE COMÍCIO DO ANHANGABAÚ, UM DOS QUE REUNIRAM MAIS PESSOAS NAQUELE ANO, ASSIM COMO FUI A OUTROS DA CAMPANHA PELO VOTO DIRETO. MAS O QUE MAIS ME MARCOU NAQUELE DIA FORAM DUAS MENINAS, DE 10 E 7 ANOS, QUE ESTAVAM AO MEU LADO PULANDO PARA RESPONDER ‘JÁ’ A CADA VEZ QUE O LOCUTOR OSMAR SANTOS PERGUNTAVA: ‘DIRETAS QUANDO?’.APRENDI ALI O SENTIDO LÚDICO DA DEMOCRACIA." BELISÁRIO DOS SANTOS, ADVOGADO DE PRESOS POLÍTICOS
PROFESSORES ANIVERSARIANTES
| 30/03 | Rosangela Jandoso | | 10/04 | Roseli de Oliveira |
| 04/04 | Dalva Maria de Souza Santos | | 23/04 | Ana Lúcia Ferreia Viana |
| 04/04 | Sandra Aparecida de Souza | | 23/04 | Silvia Aurea de Paula Voigt |
| 07/04 | Mariele Cristina F de Oliveira | | 30/04 | Adriana de Cássia S. Cinttra |
IMAGENS
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Alguns alunos da EMES nas classes em funcionamento na ARIL. No sentido horário: Thainá, Tamara, Caio, Gabriela, Ricardo e Mirian. |
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PENSAMENTO
“A mulher não é inferior nem superior ao homem. é diferente. No dia em que compreerdemos isso a fundo, muitos mal-entendidos desaparecerão da face da terra”
Monteiro Lobato--------------------------------------------------------------------
DIVERSÃO - Jogo dos Sete Erros
ANEXO
MONTEIRO LOBATO
A 18 de abril de 1882 em Taubaté, estado de São Paulo, nasce o filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusta Monteiro Lobato. Recebe o nome de José Renato Monteiro Lobato, que por decisão própria modifica mais tarde para José Bento Monteiro Lobato desejando usar uma bengala do pai gravada com as iniciais J. B. M. L.
Juca era assim chamado – brincava com suas irmãs menores Ester e Judite. Naquele tempo não havia tantos brinquedos; eram toscos, feitos de sabugos de milho, chuchus, mamão verde, etc...
Adorava os livros de seu avô materno, o Visconde de Tremembé.
Sua mãe o alfabetizou, teve depois um professor particular e aos sete anos entrou num colégio. Leu tudo o que havia para crianças em língua portuguesa. Em dezembro de 1896, presta exames em São Paulo, das matérias estudadas em Taubaté. Aos 15 anos perde seu pai, vítima de congestão pulmonar e aos 16 anos sua mãe. No colégio funda vários jornais, escrevendo sob pseudônimo. Aos 18 anos entra para a Faculdade de Direito por imposição do avô, pois preferia a Escola de Belas-Artes. É anticonvencional por excelência, diz sempre o que pensa, agrade ou não. Defende a sua verdade com unhas e dentes, contra tudo e todos, quaisquer que sejam as conseqüências. Em 1904 diploma-se Bacharel em Direito, em maio de 1907 é nomeado promotor em Areias, casando-se no ano seguinte com Maria Pureza da Natividade (Purezinha), com quem teve os filhos Edgar, Guilherme, Marta e Rute. Vive no interior, nas cidades pequenas sempre escrevendo para jornais e revistas, Tribuna de Santos, Gazeta de Notícias do Rio e Fon-Fon para onde também manda caricaturas e desenhos. Em 1911, morre seu avô, o Visconde de Tremembé, e dele herda a fazenda de Buquira, passando de promotor a fazendeiro. A geada, as dificuldades, levam-no a vender a fazenda em 1917 e a transferir-se para São Paulo. Mas na fazenda escreveu Jeca Tatu, símbolo nacional. Compra a Revista Brasil e começa a editar seus livros para adultos. Urupês inicia a fila, em 1918.
Surge a primeira editora nacional Monteiro Lobato & Cia, que se liquidou transformando-se depois em Companhia Editora Nacional sem sua participação. Antes de Lobato os livros no Brasil eram impressos em Portugal; com ele inicia-se o movimento editorial brasileiro. Em 1931, volta dos Estados Unidos da América do Norte, pregando a redenção do Brasil pela exploração do ferro e do petróleo. Começa a luta que o deixará pobre, doente e desgostoso. Havia interesse oficial em se dizer que no Brasil não havia petróleo. Foi perseguido, preso e criticado porque teimava em dizer que no Brasil havia petróleo e que era preciso explorá-lo para dar ao seu povo um padrão de vida à altura de suas necessidades. Já em 1921, dedicou-se à literatura infantil. Retorna a ela, desgostoso dos adultos que o perseguem injustamente. Em 1945, passou a ser editado pela Brasiliense onde publica suas obras completas, reformulando inclusive diversos livros infantis.
Dona Benta é o personagem adulto que aceita a imaginação criadora das crianças, admitindo as novidades que vão modificando o mundo, Tia Nastácia é o adulto sem cultura, que vê no que é desconhecido o mal, o pecado. Narizinho e Pedrinho são as crianças de ontem, hoje e amanhã, abertas a tudo, querendo ser felizes, confrontando suas experiências com o que os mais velhos dizem, mas sempre acreditando no futuro. E assim, o Pó de Pirlimpimpim continuará a transportar crianças do mundo inteiro ao Sítio do Pica-pau Amarelo, onde não há horizontes limitados por muros de concreto e de idéias tacanhas.
Em 5 de julho de 1948, perde-se esse grande homem, vítima de colapso, na Capital de São Paulo. Mas o que tinha de essencial, seu espírito jovem, sua coragem, está vivo no coração de cada criança.
Viverá sempre, enquanto estiver presente a palavra inconfundível "Emília".
"A EMES ESTA SEMPRE DE PORTAS ABERTAS AOS SEUS ALUNOS"





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